Agenda em defesa da Petros

Ato na ALERJ nesta quinta, 21/9

Representantes nomeados pela direção da Petrobrás aprovaram um plano de equacionamento do déficit da Petros que é lesivo aos seus participantes. Por isso, chamamos todos trabalhadores (ativos, aposentados e pensionistas, repactuação ou não) bem como todos os sindicatos, federações e associações a formarem uma ampla unidade na defesa da Petros. Nesta quinta (21), faremos um ato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro durante a CPI do Desmonte da Petrobrás que tem audiência nesta quinta e convocou o presidente da Petros, Walter Mendes.

Debate público e ato na OAB-Rio na segunda, 25/9

Nesta segunda (25), o Fórum em Defesa da Petros, formado pela Federação Nacional de Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobrás e Petros – FENASPE, Federação Nacional dos Petroleiros – FNP, Grupo em Defesa dos Participantes da Petros – GDPAPE, realiza um debate na OAB RJ, no Plenário Evandro Lins e Silva, na Av. Marechal Câmara, 150/4º andares, a partir das 10h.

Trabalhadores da Nova Rio no Cenpes voltam ao trabalho

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Na tarde desta quinta-feira (20), após negociações os trabalhadores e trabalhadoras da empresa Nova Rio, prestadora de serviços no Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes), Ilha do Fundão, encerraram sua paralisação.

Com a intermediação do Sindipetro-RJ e do Sindicato dos Empregados de Empresa de Asseio e Conservação do Rio de Janeiro (SIEMACO-Rio), a empresa atendeu parcialmente as reivindicações de seus funcionários com a garantia do não desconto dos dias e horas paradas. A empresa Nova Rio disse não ser mais obrigatório o uso de touca obrigatória somente pelas trabalhadoras, além de fazer uma avaliação sobre as escalas de trabalho que estão desiguais com sobrecargas de serviço para a maioria dos funcionários. Também ficou acertado que os trabalhadores terão aumento no valor do tíquete refeição, que passará para R$ 20, sendo pago o valor retroativo ao último mês de maio.

Ficou acertada uma reunião no dia 2 de outubro para discutir uma solução sobre o problema do não pagamento do adicional de 30% sobre periculosidade e insalubridade. Existe o pedido para a participação de representantes do Sindipetro-RJ, Petrobrás, Comissão de Empregados e representantes do SIEMACO-Rio que ainda vai ser analisado pela empresa.

Trabalhadores da AutVale continuam paralisados

Já os trabalhadores da Autvale não obtiveram avanços nas negociações com a empresa e continuam parados. Na parte da manhã desta quinta-feira (21) será realizada uma assembleia para deliberar sobre os rumos do movimento com a presença do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil do Município do Rio de Janeiro (SINTRACONST-Rio)  e dos donos da empresa.

Vale citar que o Sindipetro-RJ expressa novamente  seu apoio à luta desses trabalhadores e trabalhadoras,  disponibilizando suporte logístico ao movimento, além de intermediar pela abertura das negociações com os respectivos sindicatos e empresas, incluindo a própria Petrobrás.

Sindipetro-RJ em parceria com UFRJ oferece curso de formação política

Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro

CARTAZ CURSO COMO FUNCIONA A SOCIEDADE

A Secretaria de Formação do SINDIPETRO-RJ convida os interessados a participarem do curso grátis ‘Como Funciona a Sociedade’, ministrado pela Profa. de Economia Política e Pró Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Maria Malta. O curso será realizado nos dias 23 e 24 de setembro na sede do SINDIPETRO-RJ, Centro do Rio de Janeiro. A prioridade de inscrição é para os sindicalizados e por ordem de inscrição.

No programa de aulas: A Sociedade em que Vivemos; Riqueza e Pobreza; Relações de Produção; Acumulação e Distribuição de Riqueza Social; Formação do Estado e Ideologia. Inscrições e informações pelo telefone (21) 3034-7305 ou pelo email: formacao.sindipetro@gmail.com

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Paralisação de terceirizados no Cenpes continua nesta quarta(20)

Terceirizados Cenpes

Atualizado em 20/09  às 16:25

E prossegue a paralisação dos terceirizados das empresas Autvale e Nova Rio lotados no Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes), Ilha do Fundão. Parados desde ontem (19) os trabalhadores das prestadoras de serviço denunciam a rotina de demissões sumárias e sem justificativa; sobrecarga de trabalho, e que, por conta disso, 16 trabalhadores passaram mal durante o expediente; de tratamento truculento e possível perseguições entre outras questões.

Nesta quarta-feira (20), na parte da manhã, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil do Município do Rio de Janeiro (SINTRACONST-Rio)  assumiu as negociações com a empresa Autvale a partir da pauta reivindicada, já que é a entidade sindical representante dos trabalhadores da empresa.

Também, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil, Montagem Industrial, Mobiliário, Mármore e Granito e do Vime de Duque de Caxias, São Soão de Meriti, Nilópolis, Magé e Guapimirim (SITICOMMM),  se fez presente com o seu presidente Josimar Campos, o Mazinho, que manifestou apoio a luta dos trabalhadores terceirizados do Cenpes.

Já os trabalhadores e trabalhadoras da Nova Rio receberam o Vice-presidente do Sindicato dos Empregados de Empresa de Asseio e Conservação do Rio de Janeiro (SIEMACO-Rio), Gilberto de Alencar, que também expressou o apoio do sindicato às reivindicações dos trabalhadores, que inclui também o pagamento de 30% de adicional de periculosidade e insalubridade suspenso pela empresa.

O Sindipetro-RJ expressa novamente  seu apoio à luta desses trabalhadores e trabalhadoras,  disponibilizando suporte logístico ao movimento, além de intermediar pela abertura das negociações com os respectivos sindicatos e empresas, incluindo a própria Petrobrás.

Hora de unificar as lutas e reagir aos ataques

Plenária Geral Unificada de todas as categorias

A negociação do acordo coletivo de trabalho de 2017 do Sistema Petrobrás será um dos mais difíceis da história de nossa categoria. O processo de desmonte do Estado brasileiro é ainda mais acelerado do que os dos anos 90, com Collor, Itamar e FHC, junto com um brutal ataque aos direitos e às organizações dos trabalhadores. A proposta apresentada pela Petrobrás traz grandes retrocessos com cortes e congelamentos de benefícios e demonstra que a empresa pretende inserir retrocessos da reforma trabalhista no ACT. A categoria precisa reagir para garantir os direitos que conquistou em tantos anos de luta.

A próxima reunião de negociação será nos dias 21 e 22 de setembro, às 9h, na Universidade Petrobrás (Edicin). Na primeira reunião com a FNP (Federação Nacional dos Petroleiros), realizada dia 14 de setembro, a empresa apresentou sua proposta. A reunião de negociação com a FUP (Federação Única dos Petroleiros) será dias 19 e 21 de setembro. A realização de duas mesas, dividindo a categoria que está unida na defesa de seus direitos, só favorece a Petrobrás. É muito importante que as duas federações realizem ações conjuntas e firmes em defesa da categoria petroleira.

A unidade de ação precisa ser feita por todos os trabalhadores, pois o ataque é a todas as categorias, toda a sociedade brasileira. No dia 29 de setembro o Sindipetro-RJ e a FNP estarão presentes na plenária nacional dos trabalhadores do setor da indústria, em São Paulo, que vai definir os próximos para a construção de uma agenda unificada de luta e resistência dos trabalhadores contra as reformas. A construção de uma nova greve geral é um dos pontos que será debatido com representantes das centrais CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical, CTB e UGT e com sindicatos não filiados a centrais, como no caso do Sindipetro-RJ.

E no dia do aniversário de 64 anos da Petrobrás, 3 de outubro, será realizado um ato nacional contra o desmonte da empresa e as privatizações.

Petros – Dia 25 acontece debate na OAB-RJ, das 10 às 15h, sobre as ações administrativas e judiciais conjuntas para enfrentar a proposta de equacionamento do Plano Petros. Estarão presentes representantes do Sindipetro-RJ, FNP, Aepet e Fenaspe.

Abriu Chuta vence Torneio da Copa

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A bola rolou sob um sol intenso na manhã deste domingo (17) pelo Torneio Inicio da ‘I Copa de Futebol Society do Sindipetro-RJ’ realizado no Clube dos Empregados da Petrobrás (Cepe), Ilha do Fundão. Dos 10 times inscritos, oito jogaram e a final do torneio foi vencida pela equipe do ‘Abriu, Chuta’ (foto) que ganhou os ‘PetroGaláticos’ por 2×0. Além dos finalistas participaram: Diretoria FC; Ilha Redonda; Chão de Fábrica; Comperj; Sumidouro/Angra e Reduc. (Leia mais nessa na página)

BGL-1: um ativo que precisa ser conhecido e mantido na Petrobras

BGL-1

A Balsa Guindaste e de Lançamento 1 (BGL-1), construída na segunda metade dos anos 1970 e inaugurada em 1977, é uma embarcação da Petrobras, com bandeira brasileira, utilizada pra atividades como o lançamento de dutos no mar (https://www.youtube.com/ watch?v=UtbopoVUQGo) e até em rios, o descomissionamento de plataformas e outras estruturas de produção marítimas, a instalação de jaquetas de plataformas (https://www.youtube.com/ watch?v=cE8a5kawvMA) e a construção e a manutenção de módulos de plataformas, além do içamento de diversos materiais e do apoio logístico à operação, de modo mais amplo. É a maior balsa do gênero em atividade na América Latina. Ao longo dos seus 40 anos de serviço, já lançou mais de 1300 km de dutos e foi fundamental pra Petrobras, inclusive em rio. Já atuou fora do país. Chegou até a instalar cabo ótico. Em 2007, a BGL-1 passou por uma modernização. O sistema de posicionamento dinâmico, desenvolvido desde o início dos anos 2000 e implantado nesse contexto, permitiu à BGL-1 chegar a um posicionamento mais preciso pra cada atividade e a ajustar mais facilmente seu posicionamento sempre que necessário. Os investimentos diretos chegaram a 100 milhões de reais. Em 2009, foi mais uma vez reformada e isso também possibilitou à balsa atuar em águas relativamente profundas. Em alguns momentos, foi utilizada para resolver problemas que balsas contratadas não conseguiam solucionar. Em 2015, por exemplo, tracionou a coluna do Rota 2, abandonado pela Locar. Rota 2 é o gasoduto submarino que liga os sistemas de produção da Bacia de Santos ao Terminal de Cabiúnas (Tecab), em Macaé, e tem capacidade pra escoar 13 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

Mas a hierarquia da Petrobras quer privatizar a BGL-1. Desde 2015, temos alertado os trabalhadores da balsa para essa situação, no contexto das eufemisticamente chamadas vendas de ativos. Antes mesmo da hierarquia da empresa mencionar a embarcação como mais um alvo do seu programa de privatização. Mais recentemente, no ano passado, já com a BGL-1 no rol dos ativos a serem privatizados, temos feito reuniões com a hierarquia específica à qual a balsa está vinculada atualmente, o setor de Serviços de Equipamentos Submarinos da área de Sistemas Submarinos (SUB/EQSB), incluindo a gerência de Serviços de Instalações Marítimas, o SIMA (SUB/EQSB/SIMA). Desde as primeiras reuniões, ficou nítido que a decisão pela venda da balsa estava nas mãos da alta hierarquia. O enquadramento dessas reuniões ficou para buscar a melhor situação possível pros trabalhadores, tanto em termos de condições de trabalho, especialmente em relação à saúde e à segurança na embarcação, quanto em termos de realocação do pessoal, caso o processo de alienação do equipamento fosse adiante, como tem ido. Mesmo assim, sempre abordamos criticamente a venda da balsa nessas reuniões. Lutamos contra a venda da BGL-1 e, ao mesmo tempo, nos esforçamos pra que, caso não consigamos evitar a sua venda, os empregados hoje lotados nela sejam aproveitados nas melhores condições possíveis em outros locais da empresa.

Em fevereiro deste ano, foi publicada uma matéria na revista Brasil Energia que apresentava a BGL-1 como uma balsa da Locar Pipe. Perguntamos à hierarquia específica relativa à BGL-1 e ela prontamente nos respondeu formalmente que a balsa continuava sendo da Petrobras e que não tinha nada acertado com a Locar. Mesmo assim, muitos trabalhadores da balsa ficaram preocupados, em função do contexto.
A hierarquia específica do setor da BGL-1 nos apresentou um resumo de um grupo de trabalho (GT) sobre uma comparação da balsa com balsas privadas. Em síntese, o GT concluiu que, nessa comparação, a BGL-1 só é competitiva em algumas atividades e recomenda a alienação da balsa. Pedimos o documento da apresentação e o completo do GT, a fim de podermos analisar os pormenores, mas a hierarquia nos disse que não poderia nos passar, em função do nível de proteção das informações ali contidas. Criticamos o fato desses documentos não nos serem fornecidos. Sem podermos analisar detalhadamente as conclusões do GT e como se chegou a elas, como avaliar se estão corretas ou não e em que medida? E mesmo um outro estudo, sobre a possibilidade de utilizar a balsa como flotel, uma espécie de hotel flutuante pra trabalhadores que realizam manutenções em plataformas, cuja conclusão foi negativa, tampouco foi fornecido pela hierarquia. Os trabalhadores da BGL-1 questionam esse GT, a começar por não terem participado dele e porque discordam de alguns parâmetros pra calcular o custo da balsa e pelo que consideram falta de transparência em relação a outros parâmetros.

O GT ressalta a ociosidade da balsa nos últimos três anos (46% do tempo, segundo o GT), mas não leva em consideração que isso ocorreu num contexto em que a hierarquia da Petrobras decidiu fazer desinvestimentos. E mais: houve obra pra qual a BGL-1 foi de antemão descartada porque a hierarquia decidiu que vai colocá-la em hibernação, com vistas a aliená-la. Foi assim com o Rota 3. No dia 26 de maio deste ano, a Petrobras publicou em sua intranet uma matéria intitulada Concluímos o lançamento de dois trechos do gasoduto submarino Rota 3. Essa obra vai ligar o Pólo Pré-sal na Bacia de Santos à Unidade de Tratamento de Gás (UTGA) do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e ao Tecab. Vai aumentar o escoamento de gás em 21 milhões de metros cúbicos. Nos comentários na própria intranet, está informado que a parte submarina da obra foi feita pela transnacional holandesa Allseas e que a BGL-1 faria outra parte da obra, de 58 metros de lâmina d´água até a chegada de praia. Porém, como a licitação do trecho até a chegada da praia não teve vencedores devido aos elevados custos orçados pelas concorrentes, alega-se que a BGL-1 não atuará mais na obra, inclusive porque será hibernada. Sem a BGL-1, a Petrobras fica sem um balizador de preços, de qualidade dos serviços e até mesmo, no médio prazo, representa uma perda de conhecimento da Petrobras sobre a atividade de lançamento de dutos e afins. As principais concorrentes da BGL-1 são estrangeiras e isso significa menos brasileiros empregados e menos empregos no Brasil, de modo mais amplo. Especialmente em situações de necessidade de reparos emergenciais em plataformas, depender de balsas contratadas, principalmente estrangeiras, pode resultar em maiores danos ao meio-ambiente, em função da possível demora pra conseguir outras balsas.

Diferentemente de ativos como a Petrobras Distribuidora (BR), a Liquigás, refinarias, usinas termelétricas, malhas de dutos e terminais da Transpetro e mesmo alguns campos de petróleo e gás, o processo de privatização da BGL-1 não está em manchetes na mídia e mesmo muitos trabalhadores petroleiros não sabem que está ocorrendo (muitos inclusive não conhecem a BGL-1). Por isso, existe um risco de que essa privatização passe despercebida ou quase, como no caso das sondas P-10, P-16, P-23 e P-III, cujo leilão foi realizado em maio deste ano (http://www.petrobras.com.br/ pt/canais-de-negocios/leilao- de-sondas/).

Em última instância, se realmente a BGL-1 não servisse mais pra Petrobras e se mais uma modernização não resolvesse a questão, a empresa deveria construir outra balsa, sob pena de ficar refém da sua ausência. E até mesmo construir outras balsas, capazes de minimizar a necessidade de contratar balsas externas, especialmente pra águas profundas e ultra-profundas.

I Copa dos Petroleiros do RJ

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As próximas fases da ‘I Copa de Futebol Society do Sindipetro-RJ’ acontecem nos dias 24 de setembro, 1º e 8 de outubro. A tendência é que o nível técnico dos jogos melhore, assim como a respectiva preparação física, na sequência de jogos a serem disputados. Mas o que importa de fato é a integração dos nossos atletas, relevando as “caneladas, trombadas e frangos”.

A ‘I Copa Society do Sindipetro-RJ’ tem por objetivo integrar a base petroleira do Rio de Janeiro através de atividades esportivas conforme uma das metas da atual diretoria, ainda na campanha eleitoral em que foi vencedora com apoio maciço de petroleiros e petroleiras por uma margem de 70% dos votos válidos.

Fala Petroleiro

logo da WEBTV

A TV Petroleira está visitando as bases, gravando o programa semanal Fala Petroleiro! O objetivo é reconectar o Sindicato com a categoria.

Nesta quarta, dia 20, estaremos na porta do Edifício Senado, entre 11h e 14h. Participe! Fale com seus colegas e deixe o seu recado. Sua opinião é muito importante para o Sindipetro-RJ! Assista aos dois primeiros episódios da série no canal da TV Petroleira:
http://bit.ly/falaedise | http://bit.ly/falalubrax

Greve no Cenpes

Greve Cenpes

Atualizada em 19/09 às 13:48

Terceirizados das empresas Autvale e Nova Rio lotados no Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes), Ilha do Fundão, realizam nesta terça (19) uma greve iniciada a partir das 6h30. Os funcionários da Autvale reivindicam o cancelamento da demissão de um colega de trabalho dispensado por possível perseguição. Os trabalhadores denunciam a rotina de demissões sumárias e sem justificativa, o que cria um clima de terror imposto pela empresa, entre outras questões.

Já os trabalhadores da empresa Nova Rio reclamam de sobrecarga de trabalho, e que, por conta disso, 16 trabalhadores passaram mal durante o expediente. Além disso, reclamam do tratamento truculento do responsável da Nova Rio; e de situações de perseguições como o uso de uma touca imposta só às mulheres, que causa incômodo e constrangimento. Nesta segunda (18), os trabalhadores da Aut Vale realizaram um atraso pela manhã e paralisaram na parte da tarde

“O Sindipetro-RJ tentou fazer uma mediação para abrir um canal de diálogo com as empresas e os respectivos sindicatos que representam os trabalhadores, Asseio e Construção Civil, mas não obteve retorno do segundo, o pessoal do Asseio ficou que comparecer amanhã (20) para uma conversa. Falamos com os representantes da Petrobrás e expusemos a situação, explicando o que de fato está acontecendo sobre a questão da sobrecarga de trabalho que ocasionam situações de mal-estar, as possíveis demissões por perseguições, o assédio moral e a suspensão do pagamento dos 30% de adicional de insalubridade e periculosidade feita pela Nova Rio. Enfim, estamos aqui para de alguma forma dar um suporte e apoio a esses trabalhadores” – informou Igor Mendes, diretor do Sindipetro-RJ.

O Sindicato dos Petroleiros do Rio  disponibilizou em apoio e solidariedade ao movimento um café da manhã e almoço aos trabalhadores e trabalhadoras.