O Dia Nacional de Luta em Defesa  das Estatais e Contra as Contrarreformas e Privatizações começa com ocupação da Cedae

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Imagem: Samuel Tosta

O Dia Nacional de Luta em Defesa  das Estatais e Contra as Contrarreformas e Privatizações teve início na manhã desta terça-feira (3) com a realização de um ato que reuniu o Sindicato dos Trabalhadores de Saneamento e Meio Ambiente (Sintsama), Sindipetro-RJ, Frente Internacionalista dos Sem –Teto, SOS Emprego, entre outras categoria e movimentos em frente à sede da Cedae, na Avenida Presidente Vargas, Centro do Rio de Janeiro. No início do ato os trabalhadores do Sintsama e do SOS Emprego chegaram a ocupa o hall do prédio da empresa.

Logo depois, a partir das 11hs, teve início um ato que ficou concentrado na porta da sede da Eletrobrás também na Avenida Presidente Vargas – Candelária que contou a dos trabalhadores e trabalhadoras do sistema Eletrobrás, Petrobrás, Casa da Moeda, Movimento dos Atingidos por Barragens e Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), entre centrais sindicais e movimento social.

“Precisamos entender todo esse contexto que as estatais estão passando, um verdadeiro absurdo. Hoje saiu uma notícia de que o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Pinto, disse que a Petrobrás será a próxima empresa a ser vendida. Por isso, devemos estar aqui defendendo todas estatais do Brasil, defendendo a dignidade do emprego. Estão querendo transformar os trabalhadores daqui em escravos do capital, o Temer faz um ataque traiçoeiro contra o povo  não tendo competência para vender nada do patrimônio brasileiro” – disse Adaedson da Costa, coordenador da FNP e presidente do Sindipetro-LP.

O diretor do Sindipetro-RJ , Celso Cafu reafirmou a luta da categoria petroleira na defesa dos aposentados e pensionistas do sistema Petrobrás e contra os retrocessos neoliberais de Temer.

“É justo que todo povo brasileiro possa estar aqui defendendo as estatais, o patrimônio do Brasil. Nesse conjunto desses retrocessos além das privatizações dessas empresas tem também a contrarreforma da Previdência que atinge principalmente os aposentados, e, claro, os trabalhadores da ativa. Então, todos devem participar, além disso, o emprego está em jogo com essa outra contrarreforma que é a Trabalhista que vai prejudicar muita gente quando entrar em vigor” –  falou.

O ato,  a partir de meio dia, ocupou  grande parte da Avenida Rio Branco e partiu em direção à sede da Petrobrás, o EDISE, com a presença de cerca de 3 mil pessoas.

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