Petroleiros lançam abaixo assinado pela união da categoria

Abaixo assinado

Circula pela internet uma abaixo assinado eletrônico promovido pelo Sindipetro-RJ em que é feito um chamado aos sindicatos e federações em favor da união e com a proposta da realização de uma reunião emergencial  no próximo dia 4 de outubro.

Pela Unidade dos Petroleiros!

Petroleiros pela unidade, contra privatização e pela defesa dos direitos.

Convocamos a categoria à unidade com objetivo de barrar o corte de direitos em nosso ACT e impedir a continuidade da venda de ativos.
Vamos cobrar dos dirigentes dos sindicatos o que cada um está fazendo pela unidade da categoria, não precisamos concordar em todas as questões, mas se concordamos nos pontos cruciais, vamos lutar juntos.

Cobre da direção do seu sindicato o que ele está fazendo pela unidade, se concorda de fato com a Mesa Única de negociação, com o Calendário Unificado, o Comando de Greve, a Plenária Nacional de Organização e com a Greve Nacional Unificada!

Se o seu sindicato diz que é a favor da unidade, cobre que o mesmo se comprometa com a realização de uma reunião emergencial de todos os sindicatos petroleiros.

Sugerimos que sindicatos e federações façam uma reunião no próximo dia 4 de outubro. O momento exige união!

Você concorda? Então participe deste abaixo assinado e compartilhe esse movimento em suas redes de Whatsapp, Facebook e local de trabalho. O momento é de unir forças contra a perda de direitos e desmonte da Petrobrás.

Para assinar acesse o link 

Petrobrás inflexível já no início das negociações

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Imagem: Vanessa Ramos

Na primeira série de reuniões com o RH da Petrobrás para discussão do ACT 2017, realizada na semana passada, entre os dias 20 e 22, ficou clara a disposição da direção da empresa em aprofundar sua política de retirada de direitos dos trabalhadores do sistema e sem intenção real de negociar.

Na proposta, por exemplo, a direção da Petrobrás propõe reajuste salarial de 1,73%; cortar pela metade a remuneração de horas extras, que atualmente é um adicional de 100%; 0% de reajuste para os Benefícios Educacionais; migração obrigatória para o Vale Refeição/Vale Alimentação; reajuste de 34% para a tabela de Grande Risco da AMS; fim da Gratificação de Campo Terrestre; fim do Benefício Farmácia; fim do Programa Jovem Universitário; pagamento de 2/3 da gratificação de férias como abono; fim da promoção por antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de nível médio, novas modalidades de redução de salário e jornada, além de outros ajustes.
A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) analisou item a item todas as modificações sobre as cláusulas do ACT 2015 e constatou diversas perdas de direitos que a direção da empresa quer empurrar goela abaixo dos trabalhadores e destacou uma série de retrocessos na reunião desta sexta-feira (22).

Ainda no encontro desta sexta, a FNP expressou repúdio pela demissão de quatro petroleiros aprovados em concurso público, convocados por liminar judicial em 2015. Uma vez que a Justiça derrubou a liminar em janeiro deste ano, a direção da Petrobrás optou pela demissão dos petroleiros, mesmo após dois anos de trabalho. Lourival Júnior, diretor do Sindipetro- PA/AM/MA/AP e da FNP, criticou o recurso concedido a João Elek que conseguiu a revogação da advertência aplicada a ele em agosto (ver box). “Como a Petrobrás pode demitir quatro trabalhadores e perdoar um gestor que homologou um contrato em situação de conflito de interesses?”

No transcorrer da mesa de negociação, a diretora Sindipetro-RJ, Carla Marinho informou que a mera observação do Portal Petrobras mostra que 95% dos trabalhadores que comentaram a notícia do ACT já rejeitaram a proposta. Como os sindicatos poderiam fazer diferente?

Não vamos esperar para ver. Vamos à luta.

Elek, não!
A FNP protestou na reunião do dia 22/9 contra a decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência da República, que revogou no dia 18 de setembro a advertência aplicada a João Elek, então diretor de Governança & Conformidade da Petrobras, que contratou a Deloitte sem licitação no fim de 2015. A empresa, para a qual sua filha presta serviços, fechou contrato R$ 25 milhões para realizar auditoria e consultoria empresarial para a companhia.

Participe das Assembleias sobre o ACT 2017

Cartaz

Pauta:

1) Rejeição da proposta apresentada pela Petrobrás;

2) Participação no Dia Nacional de Luta, 3 de outubro.

 

CENPES A – CIPD TERÇA – 26/09 – 07:00
CENPES D – CIPD QUINTA – 28/09 – 15:00
CENPES C – Portaria 2 TERÇA – 26/09 – 07:00
CENPES A – Portaria 2 QUINTA – 28/09 – 15:00
CENPES – ADM – Praça das Bandeiras QUINTA – 28/09 – 11:30
TABG – Grupo B e ADM SEXTA – 29/09 – 06:30
TABG – Grupo C SEXTA – 29/09 – 14:30
TABG – Grupo D QUINTA – 28/09 – 14:30
TABG – Grupo E TERÇA – 26/09 – 14:30
TABG – ADM e Grupo A TERÇA- 26/09 – 22:30
Comperj QUINTA – 28/09 – 07:00
CNCL – Grupo E QUARTA – 27/09 – 07:00
CNCL – Grupo D TERÇA – 26/09 – 07:00
CNCL – Grupo C TERÇA – 26/09 – 15:00
CNCL – Grupo A SEXTA – 29/09 – 07:00
CNCL – Grupo B TERÇA – 26/09 – 23:00
UTE-BLS/BF – Grupo D e E SEXTA – 29/09 – 06:30
UTE-BLS/BF – Grupo B SEGUNDA – 02/10 – 14:30
UTE-BLS/BF – ADM SEXTA – 29/09 – 07:00
UTE-BLS/BF – Grupo C TERÇA – 26/09 – 14:30
Aposentados (Rio) – Na PETROS – Rua do Ouvidor, 98 TERÇA – 03/10 – 15:00
Aposentados  (Angra) – Sede Angra QUARTA – 04/10 – 14:00
TEBIG – ADM – Grupos B e E TERÇA – 26/09 – 07:30
TEBIG – Grupo A/C TERÇA – 26/09 – 07:00
TEBIG – Grupo D TERÇA – 26/09 – 15:00
BRASFELS QUINTA – 28/09 – 07:00
TRANSPETRO SEDE – ADM QUARTA – 27/09 – 12:45
EDIHB – ADM SEXTA – 29/09 – 12:45
EDISE – ADM SEXTA – 29/09 – 12:45
EDICIN – ADM QUARTA – 27/09 – 12:45
VENTURA – ADM QUINTA – 28/09 – 12:45
SENADO – ADM QUINTA – 28/09 – 12:45
TBG TERÇA – 26/09 – 12:00

 

Petrobrás quer retirar direitos

ACT 2017 - edicin

Categoria precisa reagir de forma firme: greve geral unificada

A Petrobrás apresentou sua proposta, que corta gratificações e congela benefícios, na primeira reunião de negociação do ACT 2017(14/9). Apesar dos representantes do RH afirmarem que houve melhoras na situação financeira da empresa, insistem em retirar direitos. Em relação ao equacionamento do plano Petros, a empresa indica a formação de um Grupo de Trabalho para estudar propostas alternativas ao que foi apresentado pela Petros.

A próxima reunião de negociação será marcada para a próxima semana. A direção da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) se reúne hoje para avaliar a proposta. E na próxima segunda-feira (18) o Sindipetro-RJ realiza reunião do colegiado, aberta a toda a categoria, para debater estratégias de organização e mobilização.

Propostas – A FNP insistiu na realização de mesa única de negociação com os petroleiros e na prorrogação do atual ACT até o final da negociação. E criticou duramente a falta de proposta em relação à reposição de efetivo, que implica em riscos à segurança do trabalhador.

A empresa propôs reajuste de 1,73% no salário base e na RMNR, fim do atual Benefício Farmácia, redução do valor das horas extras e do pagamento das horas de troca de turno, entre outros pontos.

Unidade – Está claro que a Petrobrás pretende impor derrotas a categoria petroleira. Só muita mobilização e atuação unitária podem garantir a manutenção dos atuais direitos, já que a empresa deixou claro que pretende reduzir as atuais 183 cláusulas para 114.

É fundamental um calendário unificado de lutas, com ações unitárias pelos 17 sindicatos de petroleiros existentes. Precisamos virar o jogo e mostrar que a categoria não vai aceitar o desmonte da empresa e a destruição dos direitos conquistados ao longo de tantos anos de luta.

Pauta entregue: conheça os itens da proposta da FNP

Carta FNP 045-2017

A Federação Nacional dos Petroleiros entregou a pauta aprovada no Congresso para o RH da Petrobrás na última segunda (28). O documento protocolado apresenta os dez pontos aprovados pela categoria e propõe nova redação para cláusulas atuais. A FNP também sugeriu uma agenda de reuniões para a negociação deste ano, que se iniciaria na primeira quinzena de setembro. E cobrou o documento de manutenção da data base, que já deveria ter sido apresentado pela empresa, que garante a manutenção dos direitos do atual ACT até o final da negociação do novo acordo coletivo.

Baixe o link do PDF com a  pauta-2017

A FNP aprovou a participação na construção do dia 14 de setembro como dia nacional de lutas da categoria, em conjunto com os metalúrgicos. Os petroleiros vão elaborar Carta Aberta à Sociedade, sobre o desmonte da Petrobras e suas consequências para a sociedade brasileira. E participar da plenária nacional do setor industrial que acontece dia 29 de setembro para organizar a resistência dos trabalhadores às reformas e ao desmonte do país. Os sindicatos filiados à FNP vão participar ativamente da construção da unidade com todas as demais entidades que representam os petroleiros: FUP, Fenaspe, Astape e Aepet.

Assembleias organizam campanha para o ACT 2017

LOGO DO CONGRESSO 2017

As assembleias que começaram nesta quarta-feira (30)  têm como pauta a proposta de acordo coletivo para 2017 e a defesa da Petrobrás.

Unidade na luta – A construção da unidade de ação da categoria para enfrentar este momento crítico para os trabalhadores foi aprovada nos Congressos do Sindipetro-RJ e da FNP. Agora é iniciar o processo de ações sindicais conjuntas, semelhante ao que vem acontecendo com os metalúrgicos, que apesar de grandes diferenças entre suas lideranças sindicais, vem conseguindo agir de forma unificada.

Das reuniões unificadas dos metalúrgicos – que também tem data base em setembro – participam representantes sindicais da CSP-Conlutas, CUT, CTB, Força Sindical, UGT e Intersindical. A categoria marcou 14 de setembro, como “Dia Nacional de Luta, Mobilizações e Greves”, além de convocar uma grande plenária nacional de todo o setor industrial, para organizar a resistência dos trabalhadores às reformas e ao desmonte do país no dia 29 de setembro. Continuar lendo

Boletim do Sindipetro-RJ , confira os destaques da edição XVI – 22 de agosto 2017!

Boletim 16

  • SÉRIE DESMONTE DA PETROBRÁS: governo de olho no excedente da cessão onerosa.
  • XI CONGRESSO NACIONAL DA FNP: reformas e desmonte: só a unidade garante resistência / aprovada  pauta de lutas para o ACT 2017.
  • VITÓRIA NO C.A DA TRANSPETRO:  apoiada pelo Sindipetro-RJ, Fabiana dos Anjos, venceu o segundo turno da eleição.
  • PETROLEIROS DEBATEM DESMONTE DA PETROBRÁS EM CPI: diretores da FNP participam de audiência na ALERJ nesta quinta(24).
  • ATO-AULA SOBRE DESMONTE DA PETROBRÁS NO EDISEN: apresentação desnuda o fatiamento e entrega do sistema Petrobrás para o capital internacional.
  • APOSENTADOS REALIZAM PLENÁRIA NACIONAL: encontro foi no Rio durante o XI Congresso Nacional da FNP.

Leia na íntegra o Boletim-Sindipetro-RJ-XVI

 

Unidade de ação é a única saída contra os retrocessos de direitos em todos os níveis

Esse foi o tom das falas no debate Conjuntura e geopolítica do petróleo realizado no primeiro dia (4) do Congresso do Sindipetro-RJ.

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Imagem Samuel Tosta

Todo o tempo do debate foi usado pelos delegados para uma grande conversa sobre a conjuntura e as saídas possíveis. Foram diferentes opiniões sobre o tema, mas todas mostraram a necessidade de unir forças na luta contra as reformas, e pela saída de Temer.

Ainda nos  debates,  os petroleiros criticaram duramente a política de transformação da Petrobrás em exportadora de óleo bruto, com consequências imediatas no tamanho da empresa, na sua lucratividade e com impactos econômicos no estado e no país.

Foram aprovados as seguintes propostas  no congresso referentes aos temas:

  • Promover a criação de um fórum nacional petroleiro, a ser impulsionado por todos os sindicatos, federações, associações de aposentados e outras ligadas aos petroleiros contra a implementação da reforma trabalhista, buscando articular este com semelhante movimento em construção pelos metalúrgicos etc.
  • Incluir a luta em defesa das estatais e contra as privatizações;
  • Criação da campanha ‘Os minerais têm que ser nossos’, com destaque para a questão do Nióbio – “Fora CBM!”
  • Campanha Nacional Unificada em Defesa da Petrobrás e do ACT
  • “Carta do Rio” – A exemplo de congressos anteriores, insistir e se dedicar a articular uma campanha unitária entre todas as bases sindicais do país, que envolva sindicatos ligados seja a FNP ou FUP e demais entidades representativas dos petroleiros ativos e aposentados, com calendário unificado, mesa única, comando eleito pela base etc. com intuito da defesa da Petrobrás e de nossas reservas e dos direitos previstos na CLT e no ACT.
  • Campanha pra valer pela unidade (17 sindicatos, FUP, FNP, AEPET, AMBEP, etc.); caravana; apoio material e humano às oposições; abaixo-assinado – virtual e presencial; “cartas” dos congressos regionais e nacional –
  • Preparar a greve – ganhar a sociedade – relançar a Campanha do Petróleo, nacionalizar, unificar –  Defender o ACT é defender a Petrobrás.
  • Construir um calendário para relançamento “em grande estilo” da campanha ‘O petróleo tem que ser Nosso’, que preveja a produção de uma cartilha atualizada, reativação de um fórum sindical e popular, evento cultural (estilo showmício e outros), divulgação em mídias alternativas e na medida do possível também nas grandes mídias. Além de um hotsite especial da campanha e demais investimentos a partir dos canais e recursos multimídia do Sindipetro-RJ; cursos presenciais e a distância, calendário para ida a escolas e outras instituições, articulação parlamentar e com outras instituições, articular para incorporar com hierarquia o eixo contra as privatizações – em especial da Petrobrás – nas manifestações, fóruns e campanhas unitárias contra as reformas e pelo fora temer, campanha fora parente, campanhas especiais focadas no desinvestimento, leilões.
  • Unificar ações de luta especialmente com as categorias que têm data base em setembro: bancários, metalúrgicos e trabalhadores dos Correios;
  • Por uma nova greve geral para derrotar as contrarreformas e privatizações e colocar para Fora Temer, Parente e todos os corruptos do Congresso.
  • Organizar a greve geral a partir das várias categorias que negociam seus acordos coletivos nesse segundo semestre, bem como das várias lutas que explodem com o aprofundamento das crises dos diferentes entes governamentais pelo país;
  • Todo o petróleo e gás para uma Petrobrás 100% estatal e pública. Abaixo o desmonte e aos leilões!
  • Prisão dos corruptos e corruptores com confisco dos bens, expropriação e estatização de todas as empresas envolvidas em corrupção, sob o controle dos/as trabalhadores/as.

 

Em congresso, petroleiros do Rio aprovam propostas e eixos de luta para ACT 2017

LOGO DO CONGRESSO 2017-PARA INTERNET

Foi aprovada a pauta completa (histórica e atualizada) com as sugestões apresentadas no encontro.

Entre as principais decisões, a urgência da unificação das lutas para enfrentar o desmonte de direitos dos trabalhadores e da Petrobrás.

  • Na campanha reivindicatória deste ano, lembrar aos trabalhadores que não só seus direitos, como sua segu­rança, sua saúde e seu emprego estão ameaçados. Além das reservas de petróleo brasileiro que estão sendo en­tregues a preço de banana às petrolíferas estrangeiras;
  • Realizar uma campanha nacional unificada em defesa da Petrobrás e do acordo coletivo. É importante insistir na construção de uma luta unitária em defesa de um ACT digno e articular todos os sindicatos de petroleiros, sejam filiados à FUP – Federação Única dos Petroleiros ou à FNP – Federação Nacional dos Petroleiros. Arti­culando também com as organizações de aposentados. Construir unitariamente um calendário de mobiliza­ções, realizar mesa única de negociação
  • Unificar ações de luta especialmente com as categorias que têm data base em setembro: bancários, metalúrgicos e trabalhadores dos Correios;
  • Criação de um Fórum Nacional Petroleiro contra a implementação da Reforma Trabalhista, buscando ar­ticular todos os sindicatos, federações, associações de aposentados e outras entidades ligadas à categoria, ar­ticulando com movimento semelhante em construção pelos metalúrgicos;

Pauta completa

Construída ao longo dos anos, a pauta reflete o conjunto de reivindicações dos petroleiros e petroleiras em diversos aspectos. Mas é importante definir eixos prioritários de luta, com maior potencial de mobilização. Apresentamos alguns dos eixos sugeridos. A íntegra do relatório será submetida ao XI Congresso da FNP, a ser realizado no Rio de Janeiro entre os dias 17 e 20 de agosto:

  • Reposição imediata das perdas
  • Pagamento da periculosidade para valer
  • Incorporação da RMNR
  • Benefício Farmácia – Não mexer no modelo em funcionamento
  • Não ao O&M e reposição do efetivo
  • Pagamento dos níveis dos aposentados
  • Pagamento da dívida da patrocinadora com a Petros
  • Impedir a Reforma Trabalhista no ACT: Nenhum direito a menos!
  • Defesa da AMS
  • ANPR- Avanço de Nível e Promoção

Ainda dentro das pautas apresentadas foram também aprovadas:

  • Reuniões as quintas-feiras (18h) com o jurídico do Sindipetro-RJ para discutir ACT, Reforma Trabalhista e estratégias de defesa da pauta dos trabalhadores.
  • Campanha de denúncia com publicação de um jornal e realização de atos e agitações para levantar os problemas de saúde e situações que prejudiquem os direitos das mulheres, consequentes da reforma trabalhista.
  • Isonomia, pagamentos de níveis, ACTs 2004/2005/2006 para quem perdeu alguma ação de níveis na justiça, em função do acordo feito com o Petros.
  • Fim da tabela congelada dos aposentados em dez/2006.
  • Lutar por ganho real de salário.
  • Custeio da AMS e Beneficio Farmácia em 100% para empresa e não na relação 70×30%
  • Plano Petros BD para todos, dar opção para quem entrou na Petros-2 escolher o plano que quer contribuir.
  • Fim da repactuação.
  • Cobertura total pela companhia de empregados considerados aptos pelo INSS para retorno ao trabalho e inaptos pela companhia, esses empregados hoje ficam no limbo, não recebem pelo INSS nem complementação da Petros, nem pela companhia.
  • Abono para acompanhamento de filho no PAE ampliada para 240hs, mas não são considerados para abono tempo de deslocamento para acompanhamento de saúde ou interface com a escola (em geral os responsáveis precisam fazer um acompanhamento mais sistemático junto a escola). Proposta: Deslocamento e interface com a escola considerados no computadas 240hs/ano para abono.
  • Programa de preparo para aposentadoria completo para todos os empregados, hoje os embarcados por exemplo, não tem participado, porque isso significa pagar hospedagem e outros custos.

Além disso, foram aprovados temas não menos importantes para a campanha do ACT 2017 como:

  • Manutenção ou reabertura dos postos de atendimento avançado nas bases dos serviços compartilhados e RH
  • Supressão do artigo 5º da cláusula 46º.
  • Licença para mães e pais acompanharem os filhos enfermos.
  • Que os 15 minutos de descanso sejam realizados dentro da jornada de trabalho das assistentes sociais.

A questão dos marítimos também foi abordada no Congresso do Sindipetro-RJ e teve os seguintes pontos aprovados:

  • Tratamento igual dos reabilitados e reenquadrados de terra para marítimos, pois há funcionários, ex-marítimos que foram realocados por motivo de saúde, muitos deles por motivos de saúde. No reenquadramento, há uma perda substancial de salário de quase 40%, no entanto em casos similares do quadro de terra (acidente de trabalho), ocorre a manutenção dos vencimentos.
  • Pede-se tratamento isonômico para estes funcionários já que pertencem ao quadro da TRANSPETRO, ora de mar ora de terra, no entanto a empresa estabelece este tratamento aos funcionários pois migram para sindicatos diferentes.
  • Garantir higiene dos uniformes e todos os EPIs de todas as áreas operacionais.
  • Procurar os sindicatos e federações de marítimos para unificar a luta em defesa do sistema Petrobras.

É fundamental a construção de uma greve geral para dar uma resposta firme contra as reformas, seja na já aprovada reforma trabalhista, que ainda não está em vigência, seja a da previdência, que pode entrar na pauta do Congresso a qualquer momento. Unir todos os trabalhadores em defesa das estatais, do petróleo brasileiro e colocar para fora Temer, Parente e todos os corruptos do Congresso Nacional. Este foi parte do debate realizado no debate ‘Conjuntura e Geopolítica’ que aconteceu no sexta-feira (4), no primeiro dia do Congresso do Sindipetro-RJ.

 

 

 

XI Congresso da FNP em fase final de preparativos

Congresso 10

Evento acontece no Rio de Janeiro entre os dias 17 e 20 de agosto

Os Sindipetros filiados à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) entram na reta final de preparação de suas participações no XI Congresso Nacional da FNP. Eles já realizaram seus congressos regionais, aprovaram uma série de resoluções a serem avaliadas e aprovadas durante o Congresso Nacional.

O prazo para envio das atas com as listas de presença, resoluções e os nomes será encerrado nesta quinta-feira (10/8).

As oposições participaram com 2 delegados e 1 observador, custeados pelo Congresso (FNP e seus sindicatos). Os sindicatos participam conforme tabela que consta no Regimento.

Na relação de delegados e observadores deve constar os nomes completos, RG e CPF e a escolha para participar de qual grupo.

O Congresso começa na próxima quinta-feira (17/8), com Plenária de Previdência, Aposentados e Pensionistas; Encontro Jurídico, Encontro de Imprensa e encerra no domingo, conforme programação:

QUINTA – 17/08 

8h – Chegadas das Delegações;

9h – Credenciamento;

9h30min às 17h30min – 5ª Plenária Nacional de Aposentados, Pensionistas, Previdência, Petros, AMS e Beneficio Farmácia da FNP;

12h30min às 14h – Almoço.

14h às 18h – Reunião das Assessorias de Imprensa da FNP e dos Sindicatos e Reunião das Assessorias Jurídicas da FNP e Sindicatos;   16 h –– Início do Coffee Break (sem intervalo);

19h às 21h – Abertura, Saudação e Votação do Regimento de Funcionamento do Congresso;

21h – Jantar.

SEXTA – 18/08

8h30min – Votação da Prestação de Contas e Parecer do Conselho Fiscal; Proposta de Regimento e Funcionamento do XI Congresso da FNP 2017 “Nenhum Direito a Menos! Contra o Desmonte do Sistema Petrobrás!”;

9h às 11h30min – Painel de conjuntura com as Centrais (CUT – CSP-CONLUTAS E INTERSINDICAL); e participará com uma fala especial de 05 minutos 01(um) representante da COBAP;

12h – Ato no Edifício Senado;

13h às 14h – Almoço.

14h30min às 19h30min – Debates:

1- A Importância da Petrobrás na Economia Nacional;

2- Reforma trabalhista e Previdenciária;

20h – Jantar.

SÁBADO – 19/08

09H às 18 h – Grupos de Trabalho discutirão e apresentarão resoluções para: Campanha contra o desmonte da Petrobrás, das vendas de ativos, das parcerias, fechamento de unidades, contra o Planejamento Estratégico da Petrobrás 2017/2021. Organização de Base; para o ACT 2017, estratégia de luta, plano de ação; eleição para o Conselho de Administração da Petrobrás e demais empresas do Sistema Petrobrás, Balanço das eleições para o Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal da Petros e Plano de Ação para Defesa da Petros, etc.

Grupo 1 – Campanha contra o desmonte da Petrobrás, Campanhas e Organização Sindical Petroleiros, Organização e Plano de Ação para as Oposições, FNP – Balanço, Organização, funcionamento e Estrutura, Estatuto, Regularização e legalização;

Grupo 2 – Campanha Reivindicatória e Salarial para o ACT 2017 e PLR 2017 e Plano de Ação;

Grupo 3 – Terceirização de atividade fim e Empresas do Setor Privado, SMS – Segurança, Meio Ambiente e os Atos de Práticas Antissindicais e Combate a Opressão, Assédios Moral e Sexual;

Grupo 4 – A Seguridade Brasileira – Previdência Pública e Complementar, Saúde Pública, Privada e Assistência Social – Petros, eleições e a defesa da AMS;

18h às 19h – Reunião com os representantes das Oposições; Organização e Reconhecimento da FNP;

20h30min – Jantar de confraternização.
DOMINGO – 20/08

10h – Votação das Resoluções;

14h – Encerramento do Congresso.