3/10: Dia Nacional de Luta em Defesa das Estatais – Abaixo as Contrarreformas e Privatizações!

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Rumo à Greve Geral
Fora Temer, Pezão, Crivella, Parente e Elek! Prisão para todos os corruptos!

Nesta terça-feira, 3/10, é aniversário da Petrobrás.

Motivo de orgulho de todos os brasileiros, nossa empresa enfrenta o maior processo de privatização de sua história. FHC quebrou o monopólio; Lula e Dilma seguiram com leilões e terceirização, inclusive no Campo de Libra, e começaram a venda de ativos; Temer/Parente vêm pra jogar a pá de cal, acelerar as vendas e cortar direitos.

É hora de conquistarmos a segunda e verdadeira Independência! Enquanto seguirem a cartilha imperialista de vender óleo cru a toque de caixa e priorizar a remuneração dos acionistas, em detrimento das necessidades do povo, aumentará a desigualdade social.

Além de protagonizar a resistência à PRIVATIZAÇÃO da Petrobrás e demais estatais e somar forças com outras categorias na luta contra o DESEMPREGO, a superexploração dos TERCEIRIZADOS e para barrar a implantação das contrarreformas TRABALHISTA e PREVIDENCIÁRIA, cabe também aos petroleiros e petroleiras nos organizarmos para impedir o rebaixamento de nosso ACT e a inviabilização da PETROS.

Por estes – e muitos outros – motivos, neste 03/10, some-se à manifestação em defesa de nossas riquezas, direitos e empregos!

 

Direção da Petrobrás vende duas plataformas semi prontas como sucata

ecovix

A Petrobrás vendeu como sucata 80 mil toneladas de peças e aço que seriam as plataformas de petróleo P-71 e P-72, que estavam praticamente prontas para serem montadas. Todo projeto, todo planejamento, todas as compras, o dinheiro que foi investido, a infinidade de horas trabalhadas, se tornaram sucata no Estaleiro Ecovix, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

A Gerdau  já está  está cortando essa montanha de aço que empregava mais de dez mil pessoas, e está transformando tudo em ferro fundido. Esta solução foi tomada pela alta direção da Petrobrás, por iniciativa de seu presidente Pedro Parente, que havia antecipado há meses que a empresa iria tomar esta decisão.

A Ecovix, empresa responsável pela integração da P-71 e P-72 está em meio a um processo de recuperação judicial, mas que possui um projeto de reestruturação para equilibrar a sua situação financeira, não está comentando o assunto.

A empresa  Gerdau, limitou-se a admitir que a empresa “participou do processo de licitação para a compra de sucata do Estaleiro Rio Grande e venceu” – explicou de forma lacônica.

Essas plataformas estavam sendo construídas para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal, na Bacia de Santos.

Fonte: Petronoticias

 

 

Plenária Nacional dos Trabalhadores na Indústria delibera contra as reformas de Temer

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A luta contra as reformas neoliberais deu um passo importante nesta sexta (29), em São Paulo, com a Plenária Nacional dos Trabalhadores na Indústria, chamada pelo movimento ‘Brasil Metalúrgico’, com a presença das centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas.

10 de novembro  – Dia Nacional de Protestos e Paralisações

O encontro que contou com a presença de 1,5 mil dirigentes e ativistas no aprovou Carta e marcou um Dia Nacional de Protestos e Paralisações para 10 de novembro, véspera da entrada em vigor da lei trabalhista de Temer (Lei 13.467).

Segundo Miguel Torres, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM/Força Sindical), a Plenária agregou entidades sindicais da indústria, comércio e serviços. Ele falou à Agência Sindical: “Temos aqui dezenas de Sindicatos de diversas regiões do País, além de seis Centrais, o Fórum Sindical dos Trabalhadores e Confederações”. Sua avalição do evento é de sucesso. “Muita gente, muita disposição de luta, muita vontade de derrotar essas maldades todas contra os trabalhadores”, diz.

A Federação Nacional dos Petroleiros e o Sindipetro-RJ também estiveram presentes na plenária realizada no CMTC Clube.

“A categoria petroleira até o dia 10 de novembro estará também construindo um calendário de mobilizações pelo acordo coletivo e defesa da Petrobrás. Mas isso junto com outras categorias como estamos fazendo aqui na Plenária Nacional dos Trabalhadores na Indústria para a  construção de uma greve geral com objetivo para barrar essa reforma Trabalhista e esse governo do Temer” –  falou Eduardo Henrique, diretor do Sindipetro-RJ  presente com outros coordenadores e diretores  da FNP.

Carta – Documento aprovado na Plenária Nacional dos Trabalhadores na Indústria relaciona os oito pontos de convergência das entidades: 1) Contra a reforma trabalhista; 2) Fim das terceirizações; 3) Contra a reforma da Previdência; 4) Contra as privatizações e em defesa do patrimônio nacional; 5) Emprego de qualidade; 6) Contra a desindustrialização e a desnacionalização da indústria; 7) Apoio aos Servidores e aos serviços públicos; 8) Unidade e fortalecimento das campanhas salariais em todo o País.

3/10 é dia de resistência e luta

A próxima terça-feira (3/10) promete ser um dia de mobilizações, paralisações e atividades contra as reformas, a privatização das estatais e o desmonte da Petrobrás.

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Os petroleiros e petroleiras já sabem que será um ano em que só a firme resistência unificada da categoria poderá manter os atuais direitos. E por isso a FNP continua a chamar a FUP à unidade e luta pela mesa única de negociações.
As assembleias que começam nesta terça vão discutir, além da proposta de acordo coletivo apresentado pela Petrobrás, a participação nas atividades do dia 3.

DNL – Além das atividades de paralisação que devem se iniciar a partir das 6 h da manhã, está previsto um ato em frente à Eletrobrás (Pres. Vargas, 409) às 11h seguido de caminhada até a Petrobrás para novo ato em frente ao Edise, às 13h. Às 15h, a manifestação será em frente à Petros. Um ato show denuncia o desmonte do Estado e celebra as atividades de mobilização na Cinelândia a partir das 17h.

 

Movimento agrega categorias à Plenária Nacional nesta sexta(29), em SP

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Imagem: Rede Brasil Atual

O movimento “Brasil Metalúrgico” amplia as ações em defesa dos direitos, pela integridade das Convenções Coletivas e contra as agressões da reforma trabalhista de Temer. Nesta sexta, 29, a categoria realiza plenária nacional,  no CMTC Clube, na avenida Cruzeiro do Sul, 808, Armênia, São Paulo.

Os organizadores pretendem reunir mais de mil lideranças e ativistas na plenária, quando deverão tirar datas de uma agenda nacional de ações e também aprovar manifesto do Brasil Metalúrgico.

Ampliação – Segundo Miguel Torres, presidente da CNTM/Força, o movimento ganha adesões crescentes. “Diversas categorias do setor industrial estão se somando à nossa luta e vão comparecer à plenária. Também teremos no CMTC Clube sindicalistas de outros setores da economia. Cresce a unidade contra as maldades da reforma”, comenta.

A mesma informação é corroborada por Marcelo Toledo, secretário de Formação da Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal) ligada à CTB, que esteve na reunião de organização do evento.

“Hoje, aqui nos Metalúrgicos, outras categorias confirmaram presença na Plenária. Entre elas, eletricitários, metroviários e petroleiros. A reunião foi bastante positiva e trouxe uma expectativa muito boa para sexta-feira”, conta.

Petroleiros se juntam ao movimento

Dirigentes da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), por entender a profundidade da crise política e os dias de instabilidade que vive a população brasileira, vão se unir aos tantos outros trabalhadores industriais para defender os direitos de todos e a adoção de um calendário de manifestações contra a reforma trabalhista.

“A Plenária visa unir a classe trabalhadora e impedir a implantação da reforma trabalhista, além de apontar estratégia para enfrentar o governo Temer”, afirma Eduardo Henrique, dirigente da FNP/Sindipetro-RJ.

Documento – Durante a Plenária será lido e aprovado documento com resoluções, a ser enviado às demais entidades sindicais. Também ficou acertado que dia 10 de novembro, véspera da entrada em vigor da lei trabalhista, haverá manifestações por todo o País – o “Dia Nacional de Protesto em Defesa dos Nossos Direitos”.

“A Plenária deve ir das 10 às 13 horas, seguida de passeata pela região. Temos que fazer barulho e alertar a população sobre os ataques brutais que os trabalhadores estão sofrendo, porque todos serão afetados”, ressalta Marcelo.

Comunicação – Os organizadores pretendem massificar as bandeiras do movimento, como meio de barrar a aplicação prática das maldades pelo patronato. Após a plenária nacional, sairá nova edição do jornal ‘Brasil Metalúrgico’, para os locais de trabalho e pontos de concentração popular.

3/10 é dia de resistência e luta

A próxima terça-feira promete ser um dia de mobilizações, paralisações e atividades contra as reformas, a privatização das estatais e o desmonte da Petrobrás.

Os petroleiros e petroleiras já sabem que será um ano em que só a firme resistência unificada da categoria poderá manter os atuais direitos. E por isso a FNP continua a chamar a FUP à unidade e luta pela mesa única de negociações.
As assembleias que começam nesta terça vão discutir, além da proposta de acordo coletivo apresentado pela Petrobrás, a participação nas atividades do dia 3.

DNL – Além das atividades de paralisação que devem se iniciar a partir das 6 h da manhã, está previsto um ato em frente à Eletrobrás (Pres. Vargas, 409) às 11h seguido de caminhada até a Petrobrás para novo ato em frente ao Edise, às 13h. Às 15h, a manifestação será em frente à Petros. Um ato show denuncia o desmonte do Estado e celebra as atividades de mobilização na Cinelândia a partir das 17h.

Energia não é Mercadoria!

Mercadoria não é energia

O site da mobilização nacional “Energia Não é Mercadoria” já está no ar em http://www.energianaoemercadoria.com.br. Esse novo ambiente de interação é mais uma ferramenta para impedir a privatização do Setor Elétrico Brasileiro.

Nele, você poderá enviar para todos os 513 deputados federais e 81 senadores, de uma só vez, sua mensagem de repudio à venda das estatais energéticas do País.

A página conta também com informações atualizadas sobre os eventos e outras mobilizações que acontecem em diversos pontos do Brasil em favor da Eletrobras, suas subsidiarias, seus trabalhadores e de todo o povo brasileiro.

A privatização do setor energético nacional é um erro que você pode impedir. Mobilize-se e participe! A energia que produzimos é essencial para o desenvolvimento da nação, primordial para a manutenção da nossa segurança energética e fundamental para a soberania da nação.

Diga NÃO à privatização do Setor Elétrico.

Visite o site http://www.energianaoemercadoria, mande sua mensagem e pressione o Congresso Nacional.

Você também ajuda o movimento ao interagir com a gente nas redes sociais: Facebook (https://goo.gl/MUzzSB). Instagram (@EnergiaNaoMercadoria) e Twitter (@EnergiaNaoMercadoria). Curta, comente e compartilhe nossos conteúdos.

#EnergiaNãoÉMercadoria. Uma campanha do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE).

Trabalhadores da Casa da Moeda e deputado são agredidos na Câmara

Eu não vendo

Na última quarta-feira (13), após realização do Seminário ‘O Brasil Não está à Venda’ promovido pela Comissão de Legislação Participativa, realizado no Auditório Nereu Ramos na sede Congresso do Nacional, um grupo de representantes de trabalhadores da Casa da Moeda que protestava contra as privatizações propostas pelo Governo Temer foi impedido de acessar as galerias da Câmara dos Deputados junto com o Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), e acabaram sendo violentamente reprimidos por seguranças legislativos com gás de pimenta e a golpe de cassetetes.

Na confusão, o moedeiro Ailton Gomes da Silva  acabou ferido e foi encaminhado à enfermaria de onde seguiu para registrar uma ocorrência na própria Câmara dos Deputados.

A petroleira Natália Russo, diretora do SINDIPETRO-RJ,  esteve presente junto com um petroleiro da base  no seminário onde reforçou a posição da categoria contra o desmonte da Petrobrás promovido por Pedro Parente e Cia.

SINDIPETRO-RJ faz um chamado para o ‘Dia Nacional de Lutas – 14 de Setembro’

Cartaz 14 de setembro

 

O dia é uma mobilização contra os retrocessos Trabalhistas e Previdenciários e o desmonte das estatais promovidos pelo Governo de Michel Temer e de Luiz Fernando Pezão, no governo do Estado do Rio de Janeiro.

A mobilização exige a revogação das leis da reforma trabalhista, da terceirização e da emenda constitucional que congelou os gastos públicos por 20 anos, além de dizer um NÃO ao projeto de alterações no atual sistema de previdência que tramita no Congresso Nacional.

Desmonte do Estado brasileiro e defesa das estatais pautam o Grito dos Excluídos no Rio

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Com o tema ‘Por direitos e democracia, a luta é todo dia!’ e ‘Vida em primeiro lugar’ foi realizada, neste feriado de 7 de setembro,   a 23ª edição do Grito dos Excluídos no Rio de Janeiro com uma passeata que reuniu movimentos sociais, pastorais sociais, igrejas,  centrais sindicais, sindicatos.

“Estamos aqui para dizer que não concordamos com essa Independência entre aspas. Nós queremos outra forma de pensar a nação  e o mundo. O Grito dos Excluídos é uma série de manifestações que ocorrem por todo o Brasil, contando com participação ativa de todos os movimentos sociais organizados, pastorais sociais, entre outras representações da sociedade que lutam em defesa daqueles que são esquecidos e maltratados pelo sistema” – explica Tobias Faria, integrante da articulação do ato no Rio de Janeiro.

A situação de desmonte do Estado brasileiro com a privatização de empresas como promovidas pelo Governo Temer no sistema Petrobrás , Eletrobrás, Casa da Moeda, Cedae e retrocessos sociais como as reformas Trabalhista e Previdenciária  marcaram o tom das falas no ato que teve início ao final do desfile militar , no Centro do Rio de Janeiro.

“A maior injustiça que existe é termos um Brasil tão rico, e ao mesmo tempo ser tão espoliado. O pré-sal possui grandes campos de petróleo, sendo assim um recurso estratégico para o nosso país. Por isso, nós petroleiros e petroleiras estamos aqui na luta para defender o Brasil e a Petrobrás, sempre juntos com a população” – disse a petroleira Patrícia Laier, geóloga da Petrobrás e diretora do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro.

Samuca grito 2

O Sindipetro-RJ participou ativamente da 23ª edição do  Grito dos Excluídos  no Cento do Rio de Janeiro com e cessão de  um carro de som para a caminhada que foi realizada entre a Rua Uruguaiana e finalizada na Praça Mauá.

“Mais uma vez o Sindipetro-RJ se fez presente. É muito importante juntarmos as nossas forças para esse tipo de mobilização, e o Grito dos Excluídos, que já é um ato tradicional no Brasil todo, representa a conjunção de todas as entidades que lutam para um Brasil mais digno e justo” – finalizou o diretor no Sindipetro-RJ Gustavo Marun.

 

Imagens: Samuel Tosta

BGL-1: um ativo a ser conhecido e mantido na Petrobrás

 

BGL-1

A Balsa Guindaste e de Lançamento 1 (BGL-1), construída na segunda metade dos anos 1970 e inaugurada em 1977, é uma embarcação da Petrobrás, com bandeira brasileira, utilizada pra atividades como o lançamento de dutos no mar e até em rios, o descomissionamento de plataformas e outras estruturas de produção marítimas, a instalação de jaquetas de plataformas e a construção e a manutenção de módulos de plataformas, além do içamento de diversos materiais e do apoio logístico à operação, de modo mais amplo.

É a maior balsa do gênero em atividade na América Latina. Ao longo dos seus 40 anos de serviço, já lançou mais de 1.300 km de dutos e foi fundamental pra Petrobrás, inclusive em rio. Já atuou fora do país. Chegou até a instalar cabo ótico. Em 2007, a BGL-1 passou por uma modernização. O sistema de posicionamento dinâmico, desenvolvido desde o início dos anos 2000 e implantado nesse contexto, permitiu à BGL-1 chegar a um posicionamento mais preciso pra cada atividade e a ajustar mais facilmente seu posicionamento sempre que necessário. Os investimentos diretos chegaram a 100 milhões de reais. Em 2009, foi mais uma vez reformada e isso também possibilitou à balsa atuar em águas relativamente profundas. Em alguns momentos, foi utilizada pra resolver problemas que balsas contratadas não conseguiam solucionar. Em 2015, por exemplo, tracionou a coluna do furo direcional de Rota 2, abandonado pela Locar. Rota 2 é o gasoduto submarino que liga os sistemas de produção da Bacia de Santos ao Terminal de Cabiúnas (TECAB), em Macaé, e tem capacidade pra escoar 13 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

Mas a hierarquia da Petrobrás quer privatizar a BGL-1. Desde 2015, temos alertado os trabalhadores da balsa pra essa situação, no contexto das eufemisticamente chamadas vendas de ativos. Antes mesmo da hierarquia da empresa mencionar a embarcação como mais um alvo do seu programa de privatização.

Trabalhadores vivem angústia

Mais recentemente, no ano passado, já com a BGL-1 no rol dos ativos a serem privatizados, temos feito reuniões com a hierarquia específica à qual a balsa está vinculada atualmente, o setor de Serviços de Equipamentos Submarinos da área de Sistemas Submarinos (SUB/EQSB), incluindo a gerência de Serviços de Instalações Marítimas, o SIMA (SUB/EQSB/SIMA). Desde as primeiras reuniões, ficou nítido que a decisão pela venda da balsa estava nas mãos da alta hierarquia. O enquadramento dessas reuniões ficou pra buscar a melhor situação possível pros trabalhadores, tanto em termos de condições de trabalho, especialmente em relação à saúde e à segurança na embarcação, quanto em termos de realocação do pessoal, caso o processo de alienação do equipamento fosse adiante, como tem ido. Mesmo assim, sempre abordamos criticamente a venda da balsa nessas reuniões. Lutamos contra a venda da BGL-1 e, ao mesmo tempo, nos esforçamos pra que, caso não consigamos evitar a sua venda, os empregados hoje lotados nela sejam aproveitados nas melhores condições possíveis em outros locais da empresa. Continuar lendo

Audiência Pública na Alerj vai debater o impacto das privatizações no RJ

Audiência Pública - Privatizações

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) realizará na sexta-feira (1º de setembro) uma audiência pública sobre “As privatizações e o impacto na economia do Estado do Rio de Janeiro”, com foco no sistema Eletrobrás, Casa da Moeda, Cedae, Petrobrás e fundos de pensão.

A atividade será realizada no plenário Lima Sobrinho, a partir das 10h30. Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (21) 2588-1535.