Sindipetro-RJ convida para atividades em montanhismo

Mutirão de plantio de mudas na nascente do Rio Carioca

Imagem: Agência Brasil

O Sindipetro-RJ convida toda a categoria a participar do programa “Meu Caminho é de Pedra”, que busca oferecer um calendário de atividades de montanhismo, tais como trilhas e aulas de escaladas experimentais, a seus associados e acompanhantes.

A primeira atividade será uma trilha leve ao Pico da Tijuca (2°maior cume do município do Rio), no dia 6/08, domingo. O limite será de 20 pessoas, por ordem de inscrição e prioridade aos sindicalizados.

Para inscrições ou outras informações maiores informações, basta enviar um email para marcosdias@sindipetro.org.br

Sindipetro-RJ participa do 33º Congresso Regional dos Petroleiros da Amazônia

No último sábado (3), o Sindipetro-RJ, marcou presença no fórum realizado pelo Sindipetro PA/AM/MA/AP – na sede do sindicato -, em Manaus (AM).

33º Congresso Regional dos Petroleiros da Amazônia-19

O congresso  acontece anualmente e é a instância máxima de deliberação da categoria na região. Neste ano o tema norteador dos debates foi “A Petrobrás, a floresta Amazônica e os nossos Rios: Não deixem que os entreguem”.

Ao longo do dia o clima foi de fraternidade, com falas que debateram o temário da atividade: situação política e econômica nacional e internacional da classe trabalhadora e o movimento sindical no Brasil; desmonte da Petrobrás: luta por uma Petrobrás 100% Estatal e Pública, contra os desinvestimentos e a venda de qualquer Ativo do Sistema; Corrupção; PIDV e reposição do efetivo; defesa da Petros; geopolítica do Petróleo; jurídico; entre outros.

O sindicato dos petroleiros do Rio de Janeiro foi representado pelo petroleiro Ney Robinson, lotado no Centro de Pesquisa da Petrobrás, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro.

“Participamos no último final de semana do 33º Congresso Regional dos Petroleiros da Amazônia, e fiquei muito impressionado com a receptividade e organização dos colegas daquela região que conduziram com muita competência o encontro. Foi a primeira vez que entrei em contato com a base local do sindicato. Abordamos a importância da geopolítica e a sua influência no atual contexto da Petrobrás e do Brasil. Acredito que os nossos sindicatos devem sim se preocupar com essa formação geopolítica e cidadã de suas bases. Afinal, a tática hoje de quem manda, e a verdadeira “lavagem cerebral” que as pessoas sofrem hoje dentro da empresa faz com que essa cultura corporativa individualista e de competição enfraqueça as mobilizações de luta em favor da categoria e da própria Petrobrás” – explicou Ney Robinson que é engenheiro em robótica e faz parte da direção do Sindipetro-RJ, integrando o ‘Núcleo 2’ – Campanha contra a privatização,geopolítica,formação,cultura,esporte e memória – .

Participaram do congresso, trabalhadores próprios da Petrobrás, terceirizados e aposentados de diversas unidades da Região Amazônica que deram bastante ênfase à necessidade de construção de uma nova greve geral.

A paralisação nacional geral também é vista como fundamental para revogar a lei da terceirização irrestrita, além de ser o único caminho possível para barrar a aprovação das Reformas Trabalhista e Previdenciária.
Também foi consenso entre os presentes que a categoria precisa se preparar para a Campanha Reivindicatória mais dura dos últimos anos. Haja vista que o empresariado e o sistema financeiro nacional e internacional estão determinados a arrancar o máximo de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, fato que na Petrobrás é bem claro com a atual política de desmonte da empresa.
As resoluções, na íntegra, serão publicadas em breve em nosso site para que toda a categoria possa ter acesso.

Por André Lobão, jornalista Sindipetro-RJ

Fonte: Sindipetro-PA/AM/MA/AP

Sindipetro-RJ realiza atividade no CENPES

Nesta terça-feira (6), integrantes da diretoria do Sindipetro-RJ realizaram uma atividade de panfletagem do novo boletim do sindicato e participaram de uma reunião com a base do CENPES, em que foram debatidas pautas que envolvem Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS),assédio moral, entre outros temas de interesse dos trabalhadores e trabalhadoras da unidade de pesquisa da Petrobrás, sediada na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro.

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“Estamos aqui distribuindo o nosso novo informe após a posse da nova diretoria, debatendo também as pautas específicas do CENPES. Temos várias situações aqui  na unidade como questões que envolvem os terceirizados, trocas de turnos, assédio moral  e o desinvestimento na pesquisa que essa diretoria da Petrobrás vem realizando. Por isso, realizamos esse contato com a comissão local de SMS , levantando esses temas e tentar agilizar essas pautas pendentes” – disse Eduardo Henrique, diretor e integrante do ‘Núcleo 1’ , que engloba  a Secretaria Geral e a Comunicação do Sindipetro-RJ.

Essa nova forma de atuação sindical, de alguma maneira, inaugura uma nova etapa no Sindipetro-RJ que amplia a discussão de temas importantes que envolvem a segurança e saúde do trabalhador de uma unidade tão importante como o Centro de Pesquisas da Petrobrás.

“Foi muito interessante porque podemos contar com a experiência de pessoas que tem um dia-a-dia completamente distinto, que relatam os vários problemas e soluções que conseguem enxergar. Discutimos as adequações do centro de pesquisas ao NR 35 (norma que regula a questão do trabalho em altura que é toda atividade executada acima de dois metros, onde haja risco de queda); a NR 10 (segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem com instalações e serviços em eletricidade); NR 13 (que trata da gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores e da NR 33 (trabalho em espaços confinados). Assim , discutimos formas de ajudar para que o centro de pesquisa se enquadre plenamente a essas normas” – explica Carla Marinho, também funcionária da unidade e também integrante ‘Núcleo 1’ do Sindipetro-RJ.

A aproximação com as bases foi um dos pilares de campanha da nova diretoria do sindicato. Assim,  diminuem as distâncias que antes havia entre a base e a representação oficial sindical.

“O movimento é justamente esse: é ouvir o que as pessoas têm a dizer, sabemos que nem todo mundo pensa de forma igual. Mas isso é importante que aconteça, pois trabalhamos em um centro de pesquisas, e num espaço como esse as diferenças são sempre levadas em consideração. Então é bem vinda essa renovação que ouve e interage com a base” – explica Cristiano Silveira, funcionário do CENPES.

A valorização da Petrobrás, da sua excelência em pesquisa e tecnologia, e, sobretudo, da importância do seu papel como motor de desenvolvimento do Brasil é destacada por seus funcionários.

“Eu tenho 30 anos de Petrobrás, com muito orgulho trabalho na área de pesquisa em robótica para uso nas explorações em águas profundas. O que vejo hoje é uma tentativa da atual diretoria e desse governo em desestimular a pesquisa e o funcionário da empresa, com o objetivo claro de afetar a nossa autoestima. Temos sim tecnologia de ponta com plena capacidade de desenvolver condições de sustentabilidade para fazer da Petrobrás a referência para o Brasil. Por isso, é importante que o nosso sindicato faça essa interação com as bases e nos estimule nessa luta pela defesa de um projeto tão importante o nosso país como é a Petrobrás” – destaca Ney Robinson,  engenheiro em robótica da Petrobrás, integrante da direção do Sindipetro-RJ na qual integra o ‘Núcleo 2’ – Campanha contra a privatização,geopolítica,formação,cultura,esporte e memória – .

Com ações como essa realizada no CENPES, a  nova direção do Sindipetro-RJ desta forma reforça seu compromisso em torna mais participativa as discussões de interesse da categoria e cria condições de maior interação às necessidades reais da base petroleira. Visitas e debates de pautas de interesse dos trabalhadores e trabalhadoras de unidades administrativas e operacionais serão mais frequentes.