3/10: Dia Nacional de Luta em Defesa das Estatais – Abaixo as Contrarreformas e Privatizações!

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Rumo à Greve Geral
Fora Temer, Pezão, Crivella, Parente e Elek! Prisão para todos os corruptos!

Nesta terça-feira, 3/10, é aniversário da Petrobrás.

Motivo de orgulho de todos os brasileiros, nossa empresa enfrenta o maior processo de privatização de sua história. FHC quebrou o monopólio; Lula e Dilma seguiram com leilões e terceirização, inclusive no Campo de Libra, e começaram a venda de ativos; Temer/Parente vêm pra jogar a pá de cal, acelerar as vendas e cortar direitos.

É hora de conquistarmos a segunda e verdadeira Independência! Enquanto seguirem a cartilha imperialista de vender óleo cru a toque de caixa e priorizar a remuneração dos acionistas, em detrimento das necessidades do povo, aumentará a desigualdade social.

Além de protagonizar a resistência à PRIVATIZAÇÃO da Petrobrás e demais estatais e somar forças com outras categorias na luta contra o DESEMPREGO, a superexploração dos TERCEIRIZADOS e para barrar a implantação das contrarreformas TRABALHISTA e PREVIDENCIÁRIA, cabe também aos petroleiros e petroleiras nos organizarmos para impedir o rebaixamento de nosso ACT e a inviabilização da PETROS.

Por estes – e muitos outros – motivos, neste 03/10, some-se à manifestação em defesa de nossas riquezas, direitos e empregos!

 

Direção da Petrobrás vende duas plataformas semi prontas como sucata

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A Petrobrás vendeu como sucata 80 mil toneladas de peças e aço que seriam as plataformas de petróleo P-71 e P-72, que estavam praticamente prontas para serem montadas. Todo projeto, todo planejamento, todas as compras, o dinheiro que foi investido, a infinidade de horas trabalhadas, se tornaram sucata no Estaleiro Ecovix, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

A Gerdau  já está  está cortando essa montanha de aço que empregava mais de dez mil pessoas, e está transformando tudo em ferro fundido. Esta solução foi tomada pela alta direção da Petrobrás, por iniciativa de seu presidente Pedro Parente, que havia antecipado há meses que a empresa iria tomar esta decisão.

A Ecovix, empresa responsável pela integração da P-71 e P-72 está em meio a um processo de recuperação judicial, mas que possui um projeto de reestruturação para equilibrar a sua situação financeira, não está comentando o assunto.

A empresa  Gerdau, limitou-se a admitir que a empresa “participou do processo de licitação para a compra de sucata do Estaleiro Rio Grande e venceu” – explicou de forma lacônica.

Essas plataformas estavam sendo construídas para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal, na Bacia de Santos.

Fonte: Petronoticias

 

 

ANP realiza nesta quarta (27) mais uma entrega do patrimônio energético do Brasil

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Nesta quarta-feira (27), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza a partir das 8hs no Windsor Barra Hotel, Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, mais uma entrega de parte do patrimônio brasileiro, no leilão pela 14ª Rodada de Licitações  que vai ofertar 287 blocos em 29 setores de nove bacias sedimentares, totalizando área de 122.615,71 Km2.

São aéreas que são próximas ao Pré-sal como da Bacia de Santos, atualmente, a segunda maior produtora de petróleo e a primeira de gás natural do Brasil. Em julho, a bacia produziu 1,1 milhão de barris de petróleo e 5,5 milhões metros cúbicos de gás natural por dia e da Bacia de Campos, a maior produtora de petróleo e segunda de gás natural do país. Em julho de 2017, a área no litoral do Estado do Rio de Janeiro produziu 1,3 milhão de barris de petróleo e 2,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia; além das Bacias do Espírito Santo, Sergipe-Alagoas, Recôncavo, Potiguar, Parnaíba, Paraná e Pelotas.

A doação lesiva ao Brasil e a Petrobrás, com as assinaturas de Temer e Pedro Parente terá a participação das habitués petroleiras que gostam de moleza, como a norte-americana ExxonMobil, a norueguesa Statoil, a espanhola Repsol e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell, entre outras. Como figurante, a Petrobrás participa da encenação.

Das aprovadas, 10 são de origem estrangeira e apenas uma, a Petronas, ainda não possui contrato para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil, segundo a ANP.

Às 7hs desta quarta (27) sai uma caravana  do EDISE com  petroleiros e trabalhadores rumo ao local do leilão.

Em defesa da Petros

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Imagem: Samuel Tosta

Plenária na OAB debate estratégias

O Fórum Unificado em Defesa da Petros realizou nesta segunda-feira (25) uma plenária na OAB/RJ, para debater a situação do fundo de pensão. O encontro reuniu entidades representativas como Aepet – Associação Engenheiros da Petrobrás, Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Grupo em Defesa dos Participantes da Petros e a Federação Nacional das Associações de Aposentados e Pensionistas e Anistiadas do Sistema Petrobrás e Petros (Fenaspe). O Sindipetro-RJ apoia e integra o Fórum Unificado e esteve presente ao evento.

A proposta dos trabalhadores assumirem o déficit de mais de 27 bilhões de reais sofre grande rejeição das entidades representativas: “Esse equacionamento do fundo Petros da forma como está sendo proposto é totalmente inconstitucional, na medida em que ele ignora a dívida das ações confessadas em que a Petros foi condenada em caráter solidário com os patrocinadores Petrobrás e BR Distribuidora nas ações de equiparação de nível, revisões de benefício inicial, todas as ações transcorridas na Justiça do Trabalho. Então, nessas condenações, a Petros arcou sozinha com tudo nas execuções, o que foi errado. Pois o próprio fundo ignorou a lei ao não cobrar da Petrobrás e da BR Distribuidora o que lhe é facultado por lei que é o pedido de reembolso das condenações solidárias que ela pagou nessas ações, sendo ela patrocinadora do plano, e condenada de forma solidária” – disse César Vergara, advogado da Fenaspe, que lembrou já existirem duas ações para obrigar a patrocinadora (Petrobrás) a repassar aos cofres da Petros a parte que lhe cabe dos valores das condenações solidárias.

O papel da fiscalização da Previc foi bastante criticado pelo advogado do Grupo em Defesa dos Participantes da Petros, Rogério Derbly: “Nós vamos denunciar a Previc na Procuradoria Geral da República para que sejam apuradas possíveis omissões e negligências na fiscalização junto à Petros. Existem denúncias na Previc que não são apuradas, eu mesmo dei entrada em quatro e nada acontece” – afirmou.

Representando a FNP, Adaedson da Costa também integrou a mesa de debates e disse que a discussão sobre o equacionamento do déficit passa também pelo debate político da atual conjuntura de privatizações que acontece no Brasil: “O fato é que se privatizarem por completo o sistema Petrobrás esse fundo de pensão vai deixar de existir, um exemplo disso foi o que aconteceu no Porto de Santos. Lá os trabalhadores tinham o plano de previdência chamado ‘Portus’, que acabou após a privatização. Daí não adianta achar que se a Petrobrás pagar essa dívida estará tudo resolvido. É preciso entender que não teremos tranquilidade e nem garantia da continuidade da Petros se a Petrobrás for mesmo privatizada como está acontecendo sob essa gestão do Pedro Parente”.

“É importante a realização de fórum como esse para conseguirmos a unidade da categoria, inclusive nas negociações do ACT deste ano, essa questão do equacionamento das dívidas da Petrobrás frente à Petros estão sendo colocado e exigimos que a Petrobrás pague o que ela deve” – cobrou Vinicius Camargo, diretor do Sindipetro-RJ, conclamando a unidade dos petroleiros.

Denúncias na CPI da Petrobrás

Convocado pela CPI do ‘Desmonte da Petrobrás’ Walter Mendes tentou explicar a proposta de equacionamento do déficit do fundo de pensão, mas não convenceu. Ele confirmou que o déficit de 27 bilhões de reais será dividido entre participantes e patrocinadores, causando indignação entre os mais de 120 petroleiros, da ativa e aposentados, presentes à audiência.

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Imagem: Samuel Tosta

O presidente da Petros respondeu constrangido a uma pergunta sobre sua atuação como conselheiro da Itaúsa, holding que controla o Banco Itaú: “Eu lamento que estas questões pessoas sejam abordadas aqui, eu trabalho durante 7 anos no Itaú , depois saí em 2010. Hoje ocupo uma vaga de representante da Petros na holding”. Mendes trabalhou durante 15 anos no antigo Unibanco, hoje integrante do Itaú.

A presidência da CPI, exercida pelo Deputado Paulos Ramos ( PSOL) encaminhou uma série de perguntas formuladas pelo Grupo em Defesa do Plano Petros, e que terá o acréscimo de outras questões formuladas por outras entidades e associações, para o presidente da Petros que solicitou a formalização do pedido.

O presidente da CPI, deputado Paulos Ramos (PSol), anunciou a convocação do superintendente da Previc, a Superintendência Nacional de Previdência Completar, Fábio Henrique de Sousa, para prestar esclarecimentos sobre a situação da Petros na próxima audiência.

Fala petroleiro: Depoimento sobre Benefício Farmácia

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Um petroleiro procurou o sindicato para conversar sobre o impacto em sua vida com as mudanças anunciadas para o Benefício Farmácia. Sabemos que este caso é bem representativo do impacto que estas alterações farão na vida de muitos petroleiros.

Apesar do discurso da empresa, o atual Benefício é sustentável e a Petrobrás tem recursos suficientes para garantir um plano de saúde decente para seus trabalhadores. A diretoria do Sindipetro-RJ entende que o problema não é uma questão de sustentabilidade do plano, mas da continuidade do desmonte. O texto expressa a opinião do autor.

“Meu nome é Henrique. Tenho 40 anos. Trabalho na Petrobras há quase dez anos e sofro de epilepsia há 35… É uma doença que se não controlada por remédios caros, me impede de ter uma vida normal. Graças a Deus, eu e meu médico atual (já passei por vários) conseguimos controlar as convulsões e há mais ou menos 2 anos (faz em novembro), não tenho crises. A ajuda da Petrobras é vital, pois tomo 4 caixas de 2 remédios diferentes que somados custam 900 reais por mês.

Se não fosse o benefício farmácia possivelmente a minha vida seria muito mais difícil (como já foi). E está prestes a voltar a ser. Vou ser obrigado a experimentar drogas mais baratas. Vai voltar tudo de novo. A impossibilidade de dirigir, de fazer exercícios físicos, a eterna insegurança de de repente abrir os olhos e estar no meio de estranhos e machucado, o medo de bater com a cabeça no chão…

Por não ser considerada crônica (juro que não consigo entender o porquê), a proposta do novo benefício me deixará de fora (assim como acredito eu que muitos outros colegas). Sabemos que o benefício atual talvez não fosse sustentável e que a empresa passa por momentos complicados. A atual proposta praticamente extermina com o benefício ao considerar somente uma lista rasa de problemas como crônicos além de contar regras não muito inteligentes como por exemplo valor “por caixa” e não por tratamento mensal.

Acredito piamente que existam maneiras de tornar o benefício sustentável, porém útil e mais abrangente colocando menos vidas em risco real. Me prontifico a ser um membro de alguma comissão de estudo e convoco os funcionários que têm problemas, ou os que não têm porém têm empatia a ajudar. O que muitos chamam de mimimi, eu chamo de luta”.

Henrique Fedorowicz criou uma comunidade no Conecte: Desassistidos Crônicos no novo Benefício Farmácia – https://conecte.petrobras.com.br/communities/service/html/communitystart?communityUuid=606eb375-b8a3-4436-9aa6-36f0eb450758

3/10 é dia de resistência e luta

Categorias se mobilizam contra as reformas e as privatizações

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Imagem: Samuel Tosta

AGENDA petroleira

27/9 – Plenária de entidades do RJ

29/9 – Plenária do setor industrial (SP)

30/9 – Mutirão da biblioteca do sindicato

1/10 – 2ª Rodada da Copa Sindipetro-RJ

3/10 – (DNL)

6h –  mobilizações e paralisações de advertência  

11h – Ato na Eletrobrás 11h

13h – Ato na Petrobrás

15h – Ato na Petros

17h – Ato show na Cinelândia

4/10 – Reunião de categorias e petroleiros

Nesta última semana de setembro, petroleiros, trabalhadores de estatais e servidores do estado preparam a grande mobilização do dia 3 de outubro, Dia Nacional de Luta (DNL) contra a venda das estatais e também aniversário da Petrobrás. A próxima terça-feira promete ser um dia de mobilizações, paralisações e atividades contra as reformas, a privatização das estatais e o desmonte da Petrobrás.

Os petroleiros e petroleiras já sabem que será um ano em que só a firme resistência unificada da categoria poderá manter os atuais direitos. E por isso a FNP continua a chamar a FUP à unidade e luta pela mesa única de negociações.
As assembleias que começam nesta terça vão discutir, além da proposta de acordo coletivo apresentado pela Petrobrás, a participação nas atividades do dia 3.

DNL – Além das atividades de paralisação que devem se iniciar a partir das 6 h da manhã, está previsto um ato em frente à Eletrobrás (Pres. Vargas, 409) às 11h seguido de caminhada até a Petrobrás para novo ato em frente ao Edise, às 13h. Às 15h, a manifestação será em frente à Petros. Um ato show denuncia o desmonte do Estado e celebra as atividades de mobilização na Cinelândia a partir das 17h.

Plenárias – Nesta quarta-feira, dia 27, nova plenária geral unificada das categorias organiza as atividades do dia 3 no Rio de Janeiro, em reunião no auditório do Sindipetro-RJ. A reunião da semana passada (bit.ly/plenariaRJ) elegeu a comissão organizadora, da qual participa a direção do Sindipetro-RJ.

Sexta, dia 29, a direção do Sindipetro-RJ participa da plenária nacional dos trabalhadores do setor industrial, que reúne diferentes centrais sindicais e também sindicatos não filiados a qualquer central. A proposta é organizar ações unitárias que reúnam diversas categorias e um dos pontos em pauta é a construção de nova greve geral.

Logo após as atividades do Dia Nacional de Luta, uma grande plenária no dia 4, marcada pela FNP (Federação Nacional dos Petroleiros) terá o objetivo de reunir os sindicatos de petroleiros e de outras categorias – como os funcionários dos Correios, já em greve – para decidir os próximos passos da luta contra as reformas que retiram direitos e o desmonte das estatais. É importante que os trabalhadores pressionem suas entidades representativas a participar desta reunião emergencial para a construção da unidade dos trabalhadores. Participe assinando e divulgando o abaixo assinado que será lançado nesta semana.

Veja também:

Pauta da FNP 2017 

Anexo da pauta de lutas

Ofício encaminhando pauta

Ofício solicitando dados 

Análise comparativa do ACT

Carta da Petrobrás com resumo da proposta 

Minuta do ACT da empresa

Comparativo apresentado pelo RH

Trabalhadores da Casa da Moeda e deputado são agredidos na Câmara

Eu não vendo

Na última quarta-feira (13), após realização do Seminário ‘O Brasil Não está à Venda’ promovido pela Comissão de Legislação Participativa, realizado no Auditório Nereu Ramos na sede Congresso do Nacional, um grupo de representantes de trabalhadores da Casa da Moeda que protestava contra as privatizações propostas pelo Governo Temer foi impedido de acessar as galerias da Câmara dos Deputados junto com o Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), e acabaram sendo violentamente reprimidos por seguranças legislativos com gás de pimenta e a golpe de cassetetes.

Na confusão, o moedeiro Ailton Gomes da Silva  acabou ferido e foi encaminhado à enfermaria de onde seguiu para registrar uma ocorrência na própria Câmara dos Deputados.

A petroleira Natália Russo, diretora do SINDIPETRO-RJ,  esteve presente junto com um petroleiro da base  no seminário onde reforçou a posição da categoria contra o desmonte da Petrobrás promovido por Pedro Parente e Cia.

Equacionamento sem pagamento da dívida da Petrobrás é calote e confisco

Cartaz 14 de setembroDireções da Petros e da Petrobrás querem que trabalhadores assumam perdas que não deram causa e paguem o “pato” pelo déficit do Plano Petros

O Conselho Deliberativo da Fundação Petrobrás de Seguridade Social (Petros) aprovou nesta terça-feira (12) o Plano de Equacionamento do Déficit (PED) do Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP). A Petrobrás, que recebeu a informação após a reunião do conselho, informou que a estimativa de atualização do montante registrado em 2015 chegou ao valor total de R$ 22,6 bilhões. Mas até a data prevista para o início da implementação do plano que seria, em dezembro de 2017, o valor atingirá cerca de R$ 27,7 bilhões.

Segundo Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), a proposta de equacionamento do déficit técnico do PPSP apresentada pela Diretoria Executiva e deliberada pelo Conselho Deliberativo não atendeu às ponderações apresentadas pelos Conselheiros eleitos pelos participantes e assistidos, o que, infelizmente, promove encargos impróprios e elevados, principalmente para aposentados e pensionistas.

Neste momento, a informação é de que nenhum novo desconto a título de contribuição extraordinária será realizado antes da aprovação do equacionamento pelo órgão governamental competente para tanto, que é a Superintendência Nacional de Saúde Complementar (PREVIC). A previsão da direção da Petros é que os descontos somente se iniciem no final deste ano em alinhamento à previsão da direção da Petrobrás.

Equacionamento de Déficit, Pagamento das Dívidas que a Petrobrás tem com a Petros, e Ações Políticas e Judiciais 

‘Nota do Sindipetro-RJ – Equacionamento do déficit da Petros’

Estes temas de equacionamento do déficit e ações judiciais estão estritamente ligados ao prévio pagamento das dívidas que a Petrobrás tem com o Plano Petros. Assim, como se deram e se dão nossas ações para derrubar as vendas de ativos temos levado a questão de forma que nos coordenemos no âmbito da FNP.

Ainda, estamos buscando uma ampla articulação com as associações e federações de aposentados, bem como com representantes eleitos pelos trabalhadores em outros planos de previdência das estatais, a fim de que formemos uma ampla unidade e não cometamos alguns erros que ocorreram em encaminhamentos semelhantes no equacionamento de déficits de outros fundos.

Objetivamos que a Petrobrás pague suas dívidas, honre com todas as suas responsabilidades no equacionamento, seja por culpa ou dolo de sua gestão e, só depois de fazê-lo, que recorra aos trabalhadores a contribuir, mas nos limites legais e regulamentares previstos no plano. Isto é, sem confiscos, calotes, perdas ou danos.

Nossos Conselheiros Eleitos, em seus pareceres ao longo dos anos, tanto enquanto atuavam no Conselho Deliberativo quanto no Conselho Fiscal, registraram toda ordem de inconsistências e devem, novamente, as confrontar com o plano de equacionamento que a direção da Petros apresentou (voto do conselheiro Ronaldo Tedesco sobre o equacionamento).

Veja a avaliação do ex-conselheiro fiscal  e atual conselheiro deliberativo da Petros, eleito pelos participantes, o companheiro petroleiro Ronaldo Tedesco, confira!

Portanto, daremos cada batalha ao seu tempo. E as ações judiciais, terão sua vez, e as ações políticas avançam.

FNP e FENASPE, preventivamente, buscaram  e buscam constituir um grupo de trabalho para estabelecer um plano de equacionamento que preveja a cobrança das dívidas que a Petrobrás tem com os trabalhadores e participantes da Petros  (Carta FNP 047-2017).

Fomos ao Ministério Público, na última sexta-feira (8) no Rio de Janeiro, apresentar a questão das dívidas da Petrobrás com os trabalhadores e participantes da Petros.  Inclusive a partir da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) em conjunto com o Grupo de Defesa de Participantes da Petros (GDPAPE) e a Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionista e Anistiados da Petrobrás e Petros (FENASPE) divulgamos uma nota conjunta contra proposta de equacionamento do déficit técnico da Petros, uma vez que a mesma desconsidera as obrigações da Petrobrás em pagar as dívidas com os trabalhadores e participantes da Petros.

Faremos a primeira reunião de negociação do ACT com a Petrobrás nesta, quinta-feira (14), no EDICIN, a partir das 15hs.

Temos o 14/09, Dia Nacional de Lutas para barrar às contrarreformas trabalhista e previdenciária, com um ato na frente da PETROBRÁS SEDE. É uma ótima oportunidade para os trabalhadores ativos e aposentados expressarem sua insatisfação.

E vamos esclarecer a proposta de equacionamento e suas implicações, bem como fazer os contrapontos técnico, jurídico e político necessários. E, para que todos se fortaleçam, chamamos para uma plenária na OAB/RJ

‘PLENÁRIA PETROS NA OAB em 25 de setembro’

No próximo dia 25 de setembro (segunda-feira) das 10 às 15 horas, com intervalo das 12 às 13 horas, na OAB RJ, no Plenário Evandro Lins e Silva, na Av. Marechal Câmara, 150/4º andares – Castelo – RJ, com capacidade para 150 pessoas, será realizado um evento com debate público dos advogados das Associadas da FENASPE, dos Sindipetros da FNP, do GDPAPE e outros convidados, visando o ajuste do planejamento já estabelecido para ações administrativas e judiciais conjuntas a serem implementadas para o enfrentamento do modelo de equacionamento, ainda em fase de análise e aprovação pelo órgão governamental, e depois, caso seja publicado no Diário Oficial da União.

COMPAREÇAM NAS REUNIÕES QUE VÃO ESCLARECER A PROPOSTA DE EQUACIONAMENTO DO PLANO PETROS E APRESENTAR O CONTRAPONTO DOS SINDICATOS, FEDERAÇÕES E ASSOCIAÇÕES

PETROBRÁS, PAGUE SUA DÍVIDA COM A PETROS!

#NENHUMDIREITOAMENOS

#CONTRAODESMONTE

Fora Temer e Parente!

Abaixo as contrarreformas e privatizações!

 

SINDIPETRO-RJ faz um chamado para o ‘Dia Nacional de Lutas – 14 de Setembro’

Cartaz 14 de setembro

 

O dia é uma mobilização contra os retrocessos Trabalhistas e Previdenciários e o desmonte das estatais promovidos pelo Governo de Michel Temer e de Luiz Fernando Pezão, no governo do Estado do Rio de Janeiro.

A mobilização exige a revogação das leis da reforma trabalhista, da terceirização e da emenda constitucional que congelou os gastos públicos por 20 anos, além de dizer um NÃO ao projeto de alterações no atual sistema de previdência que tramita no Congresso Nacional.

‘Eu Não Vendo Meu País’ – campanha é lançada no SINDIPETRO-RJ

Eu não vendo meu pais

Na tarde desta segunda-feira (11), na sede do SINDIPETRO-RJ, foi lançada a campanha ‘Eu Não Vendo Meu País’, coordenada  pelo gabinete do  Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), sindicatos, centrais sindicais, frentes  de mobilização e associações , que juntos atuam a defesa das empresas estatais que estão sendo pulverizadas pelo Governo Federal, como Petrobrás , Eletrobrás, Casa da Moeda e Cedae, entre outras empresas.

Durante o lançamento da campanha foi realizada uma coletiva de imprensa  para esclarecer os objetivos da iniciativa.

“O motivo desse encontro é mostrar o que está sendo feito com as empresas estatais brasileiras neste momento  que sob o comando do Governo de Michel Temer estão sendo privatizadas a toque de caixa. Precisamos fortalecer uma mobilização para este dia 13 (amanhã), pois nesta data será realizado um ato no auditório Nereu Ramos, no Congresso Nacional, contra o desmonte das estatais e do Estado brasileiro. Neste evento será discutida uma estratégia parlamentar para barrar esse processo, que contará com a presença de algumas entidades que estão aqui presentes” – disse o deputado Glauber Braga, na abertura de apresentação da campanha.

Como não poderia deixar de ser o SINDIPETRO-RJ mais uma vez mostra o seu compromisso na defesa do patrimônio do Brasil, e também integra o movimento de defesa das riquezas nacionais. Em sua fala o representante do sindicato petroleiro e fez um chamado para o Dia Nacional de Luta que acontece no próximo dia 14 de setembro.

“Estamos sofrendo o maior processo de privatização na maior empresa do país que é a Petrobrás. A cada três dias chegam aqui em nossa comunicação artigos com informes sobre a venda de ativos da empresa. São subsidiárias de gás, gasodutos, refinarias, entre os segmentos em que a Petrobrás opera em prol do desenvolvimento do Brasil. Desde os governos de FHC, Lula e Dilma isso acontece por etapas, até o seu auge que é hoje no governo do Temer. Então contra essas contrarreformas Trabalhista e Previdenciária, contra esse processo de desmonte estamos aqui dando o nosso apoio em defesa do patrimônio brasileiro. Por isso, convocamos todos aqui neste aqui para as mobilizações desta quinta-feira (14), o Dia Nacional de Lutas, em que diversos trabalhadores de diversos setores do serviço público, junto com os metalúrgicos e bancários darão uma resposta única contra esse desmonte da máquina pública. Também no dia 3 de outubro faremos um grande ato no aniversário da Petrobrás” – falou Eduardo Henrique, diretor do SINDIPETRO-RJ.

Nas intervenções foi lembrada e criticada a forma de como o governo Temer manipula situações em que a figura do funcionário das estatais é criminalizada pela má gestão das empresas. Além disso, a união dos trabalhadores e entidades  foi mencionada com primordial para sucesso da campanha ‘Eu Não Vendo Meu País ‘

“Nós somos as grandes vitimas desse processo perverso que coloca a culpa nos trabalhadores e trabalhadoras de estatais, isso é uma covardia, pois não fazemos essa gestão da corrupção nas  empresas. Precisamos focar a causa que nos une, só assim poderemos ter a maioria da população ao lado da nossa luta, precisamos coordenar nossas ações com muito protagonismo na hora errada. O que está em risco é a soberania energética do Brasil, isso envolve riquezas como Amazônia, Petrobrás e água” – afirmou a diretora do Sindipetro-RJ, a petroleira Natália Russo.

Participaram do lançamento da campanha  os representantes de entidades como SISEJUFE, Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios , CSP Conlutas,  Auditoria da Dívida Cidadã, AFBNDES, Sindicato dos Trabalhadores da Casa da Moeda, Base de Funcionários Furnas, Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa Agropecuária do Rio de Janeiro, Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento de Niterói, Jornal Inverta, entre outras.