Movimento agrega categorias à Plenária Nacional nesta sexta(29), em SP

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Imagem: Rede Brasil Atual

O movimento “Brasil Metalúrgico” amplia as ações em defesa dos direitos, pela integridade das Convenções Coletivas e contra as agressões da reforma trabalhista de Temer. Nesta sexta, 29, a categoria realiza plenária nacional,  no CMTC Clube, na avenida Cruzeiro do Sul, 808, Armênia, São Paulo.

Os organizadores pretendem reunir mais de mil lideranças e ativistas na plenária, quando deverão tirar datas de uma agenda nacional de ações e também aprovar manifesto do Brasil Metalúrgico.

Ampliação – Segundo Miguel Torres, presidente da CNTM/Força, o movimento ganha adesões crescentes. “Diversas categorias do setor industrial estão se somando à nossa luta e vão comparecer à plenária. Também teremos no CMTC Clube sindicalistas de outros setores da economia. Cresce a unidade contra as maldades da reforma”, comenta.

A mesma informação é corroborada por Marcelo Toledo, secretário de Formação da Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal) ligada à CTB, que esteve na reunião de organização do evento.

“Hoje, aqui nos Metalúrgicos, outras categorias confirmaram presença na Plenária. Entre elas, eletricitários, metroviários e petroleiros. A reunião foi bastante positiva e trouxe uma expectativa muito boa para sexta-feira”, conta.

Petroleiros se juntam ao movimento

Dirigentes da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), por entender a profundidade da crise política e os dias de instabilidade que vive a população brasileira, vão se unir aos tantos outros trabalhadores industriais para defender os direitos de todos e a adoção de um calendário de manifestações contra a reforma trabalhista.

“A Plenária visa unir a classe trabalhadora e impedir a implantação da reforma trabalhista, além de apontar estratégia para enfrentar o governo Temer”, afirma Eduardo Henrique, dirigente da FNP/Sindipetro-RJ.

Documento – Durante a Plenária será lido e aprovado documento com resoluções, a ser enviado às demais entidades sindicais. Também ficou acertado que dia 10 de novembro, véspera da entrada em vigor da lei trabalhista, haverá manifestações por todo o País – o “Dia Nacional de Protesto em Defesa dos Nossos Direitos”.

“A Plenária deve ir das 10 às 13 horas, seguida de passeata pela região. Temos que fazer barulho e alertar a população sobre os ataques brutais que os trabalhadores estão sofrendo, porque todos serão afetados”, ressalta Marcelo.

Comunicação – Os organizadores pretendem massificar as bandeiras do movimento, como meio de barrar a aplicação prática das maldades pelo patronato. Após a plenária nacional, sairá nova edição do jornal ‘Brasil Metalúrgico’, para os locais de trabalho e pontos de concentração popular.

3/10 é dia de resistência e luta

A próxima terça-feira promete ser um dia de mobilizações, paralisações e atividades contra as reformas, a privatização das estatais e o desmonte da Petrobrás.

Os petroleiros e petroleiras já sabem que será um ano em que só a firme resistência unificada da categoria poderá manter os atuais direitos. E por isso a FNP continua a chamar a FUP à unidade e luta pela mesa única de negociações.
As assembleias que começam nesta terça vão discutir, além da proposta de acordo coletivo apresentado pela Petrobrás, a participação nas atividades do dia 3.

DNL – Além das atividades de paralisação que devem se iniciar a partir das 6 h da manhã, está previsto um ato em frente à Eletrobrás (Pres. Vargas, 409) às 11h seguido de caminhada até a Petrobrás para novo ato em frente ao Edise, às 13h. Às 15h, a manifestação será em frente à Petros. Um ato show denuncia o desmonte do Estado e celebra as atividades de mobilização na Cinelândia a partir das 17h.

ANP realiza nesta quarta (27) mais uma entrega do patrimônio energético do Brasil

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Nesta quarta-feira (27), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza a partir das 8hs no Windsor Barra Hotel, Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, mais uma entrega de parte do patrimônio brasileiro, no leilão pela 14ª Rodada de Licitações  que vai ofertar 287 blocos em 29 setores de nove bacias sedimentares, totalizando área de 122.615,71 Km2.

São aéreas que são próximas ao Pré-sal como da Bacia de Santos, atualmente, a segunda maior produtora de petróleo e a primeira de gás natural do Brasil. Em julho, a bacia produziu 1,1 milhão de barris de petróleo e 5,5 milhões metros cúbicos de gás natural por dia e da Bacia de Campos, a maior produtora de petróleo e segunda de gás natural do país. Em julho de 2017, a área no litoral do Estado do Rio de Janeiro produziu 1,3 milhão de barris de petróleo e 2,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia; além das Bacias do Espírito Santo, Sergipe-Alagoas, Recôncavo, Potiguar, Parnaíba, Paraná e Pelotas.

A doação lesiva ao Brasil e a Petrobrás, com as assinaturas de Temer e Pedro Parente terá a participação das habitués petroleiras que gostam de moleza, como a norte-americana ExxonMobil, a norueguesa Statoil, a espanhola Repsol e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell, entre outras. Como figurante, a Petrobrás participa da encenação.

Das aprovadas, 10 são de origem estrangeira e apenas uma, a Petronas, ainda não possui contrato para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil, segundo a ANP.

Às 7hs desta quarta (27) sai uma caravana  do EDISE com  petroleiros e trabalhadores rumo ao local do leilão.

Energia Não é Mercadoria, contra a privatização do setor elétrico!

Mercadoria não é energia

O site da mobilização nacional “Energia Não é Mercadoria” já está no ar em http://www.energianaoemercadoria.com.br. É mais uma ferramenta para impedir a privatização do Setor Elétrico Brasileiro. Nele, você poderá enviar para os 513 deputados federais e 81 senadores, de uma só vez, sua mensagem de repúdio à venda das estatais.

A página conta também com informações atualizadas sobre os eventos e mobilizações em diversos pontos do Brasil em favor da Eletrobrás, suas subsidiarias, seus trabalhadores e do povo brasileiro. Saiba mais em Facebook (EnergiaNaoEMercadoria), Instagram (@EnergiaNaoMercadoria) e Twitter (@EnergiaNaoMercadoria).

Energia não é Mercadoria!

Mercadoria não é energia

O site da mobilização nacional “Energia Não é Mercadoria” já está no ar em http://www.energianaoemercadoria.com.br. Esse novo ambiente de interação é mais uma ferramenta para impedir a privatização do Setor Elétrico Brasileiro.

Nele, você poderá enviar para todos os 513 deputados federais e 81 senadores, de uma só vez, sua mensagem de repudio à venda das estatais energéticas do País.

A página conta também com informações atualizadas sobre os eventos e outras mobilizações que acontecem em diversos pontos do Brasil em favor da Eletrobras, suas subsidiarias, seus trabalhadores e de todo o povo brasileiro.

A privatização do setor energético nacional é um erro que você pode impedir. Mobilize-se e participe! A energia que produzimos é essencial para o desenvolvimento da nação, primordial para a manutenção da nossa segurança energética e fundamental para a soberania da nação.

Diga NÃO à privatização do Setor Elétrico.

Visite o site http://www.energianaoemercadoria, mande sua mensagem e pressione o Congresso Nacional.

Você também ajuda o movimento ao interagir com a gente nas redes sociais: Facebook (https://goo.gl/MUzzSB). Instagram (@EnergiaNaoMercadoria) e Twitter (@EnergiaNaoMercadoria). Curta, comente e compartilhe nossos conteúdos.

#EnergiaNãoÉMercadoria. Uma campanha do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE).

Trabalhadores da Casa da Moeda e deputado são agredidos na Câmara

Eu não vendo

Na última quarta-feira (13), após realização do Seminário ‘O Brasil Não está à Venda’ promovido pela Comissão de Legislação Participativa, realizado no Auditório Nereu Ramos na sede Congresso do Nacional, um grupo de representantes de trabalhadores da Casa da Moeda que protestava contra as privatizações propostas pelo Governo Temer foi impedido de acessar as galerias da Câmara dos Deputados junto com o Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), e acabaram sendo violentamente reprimidos por seguranças legislativos com gás de pimenta e a golpe de cassetetes.

Na confusão, o moedeiro Ailton Gomes da Silva  acabou ferido e foi encaminhado à enfermaria de onde seguiu para registrar uma ocorrência na própria Câmara dos Deputados.

A petroleira Natália Russo, diretora do SINDIPETRO-RJ,  esteve presente junto com um petroleiro da base  no seminário onde reforçou a posição da categoria contra o desmonte da Petrobrás promovido por Pedro Parente e Cia.

SINDIPETRO-RJ faz um chamado para o ‘Dia Nacional de Lutas – 14 de Setembro’

Cartaz 14 de setembro

 

O dia é uma mobilização contra os retrocessos Trabalhistas e Previdenciários e o desmonte das estatais promovidos pelo Governo de Michel Temer e de Luiz Fernando Pezão, no governo do Estado do Rio de Janeiro.

A mobilização exige a revogação das leis da reforma trabalhista, da terceirização e da emenda constitucional que congelou os gastos públicos por 20 anos, além de dizer um NÃO ao projeto de alterações no atual sistema de previdência que tramita no Congresso Nacional.

‘Eu Não Vendo Meu País’ – campanha é lançada no SINDIPETRO-RJ

Eu não vendo meu pais

Na tarde desta segunda-feira (11), na sede do SINDIPETRO-RJ, foi lançada a campanha ‘Eu Não Vendo Meu País’, coordenada  pelo gabinete do  Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), sindicatos, centrais sindicais, frentes  de mobilização e associações , que juntos atuam a defesa das empresas estatais que estão sendo pulverizadas pelo Governo Federal, como Petrobrás , Eletrobrás, Casa da Moeda e Cedae, entre outras empresas.

Durante o lançamento da campanha foi realizada uma coletiva de imprensa  para esclarecer os objetivos da iniciativa.

“O motivo desse encontro é mostrar o que está sendo feito com as empresas estatais brasileiras neste momento  que sob o comando do Governo de Michel Temer estão sendo privatizadas a toque de caixa. Precisamos fortalecer uma mobilização para este dia 13 (amanhã), pois nesta data será realizado um ato no auditório Nereu Ramos, no Congresso Nacional, contra o desmonte das estatais e do Estado brasileiro. Neste evento será discutida uma estratégia parlamentar para barrar esse processo, que contará com a presença de algumas entidades que estão aqui presentes” – disse o deputado Glauber Braga, na abertura de apresentação da campanha.

Como não poderia deixar de ser o SINDIPETRO-RJ mais uma vez mostra o seu compromisso na defesa do patrimônio do Brasil, e também integra o movimento de defesa das riquezas nacionais. Em sua fala o representante do sindicato petroleiro e fez um chamado para o Dia Nacional de Luta que acontece no próximo dia 14 de setembro.

“Estamos sofrendo o maior processo de privatização na maior empresa do país que é a Petrobrás. A cada três dias chegam aqui em nossa comunicação artigos com informes sobre a venda de ativos da empresa. São subsidiárias de gás, gasodutos, refinarias, entre os segmentos em que a Petrobrás opera em prol do desenvolvimento do Brasil. Desde os governos de FHC, Lula e Dilma isso acontece por etapas, até o seu auge que é hoje no governo do Temer. Então contra essas contrarreformas Trabalhista e Previdenciária, contra esse processo de desmonte estamos aqui dando o nosso apoio em defesa do patrimônio brasileiro. Por isso, convocamos todos aqui neste aqui para as mobilizações desta quinta-feira (14), o Dia Nacional de Lutas, em que diversos trabalhadores de diversos setores do serviço público, junto com os metalúrgicos e bancários darão uma resposta única contra esse desmonte da máquina pública. Também no dia 3 de outubro faremos um grande ato no aniversário da Petrobrás” – falou Eduardo Henrique, diretor do SINDIPETRO-RJ.

Nas intervenções foi lembrada e criticada a forma de como o governo Temer manipula situações em que a figura do funcionário das estatais é criminalizada pela má gestão das empresas. Além disso, a união dos trabalhadores e entidades  foi mencionada com primordial para sucesso da campanha ‘Eu Não Vendo Meu País ‘

“Nós somos as grandes vitimas desse processo perverso que coloca a culpa nos trabalhadores e trabalhadoras de estatais, isso é uma covardia, pois não fazemos essa gestão da corrupção nas  empresas. Precisamos focar a causa que nos une, só assim poderemos ter a maioria da população ao lado da nossa luta, precisamos coordenar nossas ações com muito protagonismo na hora errada. O que está em risco é a soberania energética do Brasil, isso envolve riquezas como Amazônia, Petrobrás e água” – afirmou a diretora do Sindipetro-RJ, a petroleira Natália Russo.

Participaram do lançamento da campanha  os representantes de entidades como SISEJUFE, Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios , CSP Conlutas,  Auditoria da Dívida Cidadã, AFBNDES, Sindicato dos Trabalhadores da Casa da Moeda, Base de Funcionários Furnas, Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa Agropecuária do Rio de Janeiro, Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento de Niterói, Jornal Inverta, entre outras.

 

TermoBahia: suspensa liminar contra a venda

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Imagem: Samuel Tosta

A liminar dada em ação popular que suspendeu a venda de 50% de participação da Petrobras na Termobahia para a Total foi suspensa pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

“A Petrobras mantém o compromisso de adotar todas as medidas judiciais cabíveis para garantir seus interesses e de seus acionistas”, afirmou a empresa em nota, argumentando que não recebeu a carta precatória da ação popular.

Segundo a advogada da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) Raquel Souza, que conquistou a liminar de suspensão da venda na 3ª Vara Federal de Sergipe, a União entrou com o recurso de suspensão de liminar, já usado no caso da venda de Carcará. A ação pode ser usada apenas pela União e foi criada no tempo do governo FHC para garantir ao poder público a suspensão por tempo indeterminado de liminares contra as privatizações daquele período.

“Eu coloquei na ação que usar como argumento para vender a Petrobrás fazer caixa para a União mostra que a ordem jurídica está sendo ignorada”, diz Raquel, que informa que já prepara o agravo de contestação. Mas ela lembra que o mais importante é a agitação política e a resistência: “sem agitação política não tem solução”.

Desmonte do Estado brasileiro e defesa das estatais pautam o Grito dos Excluídos no Rio

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Com o tema ‘Por direitos e democracia, a luta é todo dia!’ e ‘Vida em primeiro lugar’ foi realizada, neste feriado de 7 de setembro,   a 23ª edição do Grito dos Excluídos no Rio de Janeiro com uma passeata que reuniu movimentos sociais, pastorais sociais, igrejas,  centrais sindicais, sindicatos.

“Estamos aqui para dizer que não concordamos com essa Independência entre aspas. Nós queremos outra forma de pensar a nação  e o mundo. O Grito dos Excluídos é uma série de manifestações que ocorrem por todo o Brasil, contando com participação ativa de todos os movimentos sociais organizados, pastorais sociais, entre outras representações da sociedade que lutam em defesa daqueles que são esquecidos e maltratados pelo sistema” – explica Tobias Faria, integrante da articulação do ato no Rio de Janeiro.

A situação de desmonte do Estado brasileiro com a privatização de empresas como promovidas pelo Governo Temer no sistema Petrobrás , Eletrobrás, Casa da Moeda, Cedae e retrocessos sociais como as reformas Trabalhista e Previdenciária  marcaram o tom das falas no ato que teve início ao final do desfile militar , no Centro do Rio de Janeiro.

“A maior injustiça que existe é termos um Brasil tão rico, e ao mesmo tempo ser tão espoliado. O pré-sal possui grandes campos de petróleo, sendo assim um recurso estratégico para o nosso país. Por isso, nós petroleiros e petroleiras estamos aqui na luta para defender o Brasil e a Petrobrás, sempre juntos com a população” – disse a petroleira Patrícia Laier, geóloga da Petrobrás e diretora do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro.

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O Sindipetro-RJ participou ativamente da 23ª edição do  Grito dos Excluídos  no Cento do Rio de Janeiro com e cessão de  um carro de som para a caminhada que foi realizada entre a Rua Uruguaiana e finalizada na Praça Mauá.

“Mais uma vez o Sindipetro-RJ se fez presente. É muito importante juntarmos as nossas forças para esse tipo de mobilização, e o Grito dos Excluídos, que já é um ato tradicional no Brasil todo, representa a conjunção de todas as entidades que lutam para um Brasil mais digno e justo” – finalizou o diretor no Sindipetro-RJ Gustavo Marun.

 

Imagens: Samuel Tosta

Protesto no Rio reúne trabalhadores de estatais contra as privatizações de Temer e Pezão

Nesta sexta-feira (1), no Centro do Rio, trabalhadores e trabalhadoras de empresas estatais federais e estaduais e integrantes  de movimentos sociais participaram de um ato em protesto contra as privatizações promovidas pela Governo Federal. A partir das 9hs da manhã uma multidão ocupou as escadarias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) antes do inicio da Audiência Pública ‘As privatizações e o impacto na economia do Estado do Rio de Janeiro’ com foco no sistema Eletrobrás, Casa da Moeda, Cedae, Petrobrás e fundos de pensão, promovida pela Comissão de Trabalho e Economia.

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Imagem: Samuel Tosta

“Para nós vencermos, hoje é necessário unificar todas as lutas contra a privatização, a luta contra a perda de direitos Trabalhistas e a reforma da Previdência.  Em defesa de nossos direitos todo o povo brasileiro precisa se unir ou sucumbir a essa entrega promovida por esses governo , congresso  e judiciário corrupto que não têm apoio da população” – disse André Bucaresky, diretor do Sindipetro-RJ.

O Governo Federal anunciou em 23 de agosto um pacote de privatizações com 57 empresas e projetos. Na lista, 14 aeroportos, 15 terminais portuários duas rodovias e 11 lotes de linhas de transmissão de energia.

“O sistema Eletrobrás é fundamental par ao desenvolvimento do país. Sem isso, o Brasil fica entregue na mão dos estrangeiros, e não é só. A questão da água também merece ser lembrada com essa conversa de entrega dos reservatórios do sistema elétrico e da privatização da Cedae” – falou Gustavo, funcionário do sistema Eletrobrás.

(Imagem: Samuel Tosta)

Marcelo Reduc
Durante a Audiência Pública na Alerj, petroleiro denuncia o sucateamento da- REDUC

O Estado do Rio de Janeiro é sede de estatais federais estratégicas como a própria Eletrobrás, Petrobrás, Casa da Moeda, além do próprio Estado ter controle acionário da Cedae, empresa responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto que teve sua venda aprovada na Alerj conforme proposta do governador Pezão aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em fevereiro, como uma das contrapartidas para que o governo do Rio de Janeiro recebesse ajuda financeira do governo federal. Na semana passada, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que pretende ser sócio da Cedae e participar com até 49% das ações.

Além da defesa da soberania nacional e das estatais, outro tema importante foi discutido na audiência e no protesto: a crise no fundo de pensão Petros.

“Infelizmente, o nosso fundo de pensão Petros esta aí com um rombo de R$29 bilhões  em função da má gestão dos últimos governos. Então, estamos aqui  para brigar pelo nosso direito e não podemos pagar por uma dívida que nós funcionários ativos e inativos da Petrobrás não fizemos “ – enfatizou.