REDUC: incêndio, acidente com choque elétrico e falta de ambulância

reduc-noite

Segundo  informe publicado nesta terça-feira (18) no site do Sindipetro-Caxias, ocorreu um incêndio na REDUC na subestação elétrica (Sub-W),  sem registro de vítimas, mas com as unidades U-1530, U-1620, U-1630 e U-1640 paradas, bem como o bombeio de produtos da Movimentação de Lubrificante. A Brigada de Combate a Incêndio foi acionada e junto com os trabalhadores da Petrobrás conseguiu controlar o incêndio.

No último sábado (15), o técnico de manutenção próprio da Petrobrás, Edson Ignez de Souza, que estava trabalhando durante a parada da U-1210 teve queimaduras graves nas mãos depois de um choque elétrico em gaveta de subestação. Como o acidente ocorreu durante a parada, não havia ambulâncias disponíveis e o trabalhador teve que esperar que um médico chegasse e o levasse de carro para o hospital.

Mais uma vez, para fazer economia, a empresa não encaminhou o ferido ao HFAG (Hospital da Força Aérea do Galeão, especializado em queimados) e o deixou no Caxias D’or, um hospital privado que não possuí especialidade para atendimento a queimados.

Já nesta segunda (17), tentando consertar o erro cometido, a Petrobrás passou a disponibilizar na REDUC uma unidade móvel de UTI que vai ficar 24 horas com um médico para atender  possíveis acidentes na parada.

Sindipetro-RJ e FNP questionam redução do efetivo e mudança do Benefício Farmácia

O Sindipetro-RJ participou das mesas de acompanhamento do ACT dias 5 e 6 de julho. No debate sobre as questões de SMS o ponto positivo da reunião foi o reconhecimento da equipe de SMS sobre a necessidade de realizar encontros frequentes com os sindicatos.  Mas várias questões ficaram sem respostas satisfatórias, entre elas: falhas recorrentes na área operacional; treinamento da equipe de brigadista em horário inadequado; resgate médico aéreo; terceirização; NR13; horas extras; entre outras.

Boletim-Sindipetro-83

Confira na versão em PDF a íntegra do Boletim-Sindipetro-8

O “jeito Pedro Parente” de enrolar colocado em pratica no SMS

A mesa de debate sobre questões de SMS, realizada na tarde desta quarta-feira (5), em continuidade as reuniões de Comissões de Acompanhamento do ACT, não foi considerada uma das piores.

Embora algumas respostas tenham sido as mesmas de reuniões anteriores, a equipe de SMS da empresa demonstrou boa vontade em solucionar os problemas vigentes e comprometeu-se em empenhar forças para apurar os fatos, a fim de trazer respostas ainda pendentes.

Contudo, várias questões ficaram sem respostas satisfatórias e evasivas, entre elas: falhas recorrentes na área operacional; treinamento da equipe de brigadista em horário inadequado; resgate médico aéreo; terceirização; NR13; horas extras; além de outras.

Gerentes regionais geram ruídos de informação

Mas, o que chamou a atenção foi a quantidade de ruídos de informação, aparentemente, geradas pelas gerências regionais com relação ao retorno de respostas ao corporativo.

Reuniões inexistentes foram relatadas como realizadas, como o caso em que  a equipe de SMS informou que foi notificada sobre uma reunião realizada, no dia 24 de abril, com dirigentes do Sindipetro-LP sobre a efetivação dos técnicos de segurança de turno, na unidade UTCGA.

Dirigente sindical do Litoral Paulista disse desconhecer a atividade na data mencionada para debater a demanda. Vale lembrar que esses trabalhadores já cumprem revezamento de turno há seis anos, e até o momento nada foi resolvido.

Para dirigentes da FNP, gerentes regionais também estariam manipulando índice de acidentes nas unidades ao  subnotificar ocorrências. No entanto, tudo isso é só a ponta do iceberg. Outros problemas podem estar ligados às gerências regionais, que são incentivadas pela política de gestão de Pedro Parente, cujo caráter é completamente duvidoso.

Um ponto positivo da reunião foi o reconhecimento da equipe de SMS sobre a necessidade de realizar encontros frequentes com os sindicatos. Por isso, nova reunião sobre o tema deve ser agendada.

Agora, veja balanço sobre a reunião de SMS, feita pelos dirigentes sindicais:

 

Fonte: FNP