Trabalhadores realizam mobilizações contra retrocessos

privatizar faz mal

Uma passeata da Candelária à Central encerrou as atividades do Dia Nacional de Luta dos petroleiros e outras categorias mobilizadas contra os retrocessos sociais, a venda das estatais e as reformas da previdência e trabalhista. Em todas as mobilizações realizadas na Petrobrás, os petroleiros denunciaram a proposta da Petros de que os trabalhadores assumam a dívida da Petrobrás, que há muito não cumpre com suas obrigações financeiras com o plano da categoria petroleira.

No Centro de Pesquisas os trabalhadores realizaram um almoçAto que reuniu trabalhadores próprios e terceirizados em frente à portaria da Praça das Bandeiras do Novo Cenpes. A mobilização protestou contra o desmonte da Petrobrás e o desrespeito aos direitos dos trabalhadores.

No Edise, petroleiros, metalúrgicos, militantes do SOS Emprego e de movimentos sociais marcaram presença com as centrais sindicais (http://bit.ly/atoedise). O ato se estendeu até o Edifício Senado, onde fica o escritório do presidente da Petrobrás, Pedro Parente.

Também teve ato público no Terminal Aquaviário Baía de Guanabara (TABG), Ilha do Governador, na porta da unidade. Já no Terminal da Baía de Ilha Grande (Tebig) , em Angra dos Reis , os trabalhadores mostram sua força e disposição de luta realizando atraso de uma hora na entrada do expediente.

No Edicin, um ato às 15h marcou o início da negociação entre a Petrobrás e representantes da FNP e dos sindipetros.

Petroleiros da ativa e aposentados debatem ACT em Angra

Nesta quinta-feira (13), a subsede do Sindipetro-RJ em Angra dos Reis realizou um ‘Almoço Debate’ promovido pela nova diretoria com as bases locais dos trabalhadores do Tebig, Brasfels e aposentados.  O objetivo, além de integrar as bases locais, era de apresentar temas para o ACT 2017 com a Petrobrás.

Boletim-Sindipetro-92

Confira na versão em PDF a íntegra do Boletim-Sindipetro-9

Bases do Sindipetro-RJ I Angra dos Reis

Angra

Confira entrevistas com Nilson Miranda e Tiago Amaro, diretores do Sindipetro-RJ, respectivamente integrantes das bases o TEBIG e Brasfels, e do Núcleo 4.

Conversamos com eles durante a realização do ‘Almoço Debate’ realizado no último dia 13 de julho na subsede do Sindipetro-RJ em Angra dos Reis. Em pauta, a proposta do encontro, demandas para o ACT 2017 e o fechamento do Posto do Compartilhado na região, confira!

 

Petroleiros na Greve Geral

Edisen greve geral

Imagem Samuel Tosta

 

Atualizada em 17:37

Em todo o Sistema Petrobrás, ao longo do dia cresceu à adesão ao movimento nacional da greve geral  contra a perde  de direitos promovidos pelo governo Temer a partir das reformas Trabalhista e Previdência.

No Paraná, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Norte e em outros estados, houve bloqueios das rodovias que margeiam os polos industriais.

No Rio de Janeiro terminais importantes de abastecimento como o Terminal Aquaviário Baía de Guanabara (TABG-RJ) paralisam parcialmente com suas atividades por 24 horas.

A partir de meio dia trabalhadores e trabalhadoras  realizaram um ato na frente do Edifício Senado (EDISEN), uma das sede administrativas da Petrobrás no Centro do Rio de Janeiro.

 

Em Angra dos Reis-RJ, no Terminal da Baía de Ilha Grande (TEBIG) ocorrem paralisações  nas áreas administrativa (parcial), manutenção (total)  e operação (parcial). Na unidade foi realizada uma assembleia dos terceirizados em que foi debatida de forma os trabalhadores e trabalhadoras serão prejudicados casos as reformas de Temer sejam aprovadas. O estaleiro Brasfels, sediado na região, também teve uma grande adesão de seus trabalhadores

Ainda  em Angra, foi realizado um grande ato no Centro da cidade com a participação de movimentos sociais.

No Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), em Itaboraí,  ocorreu uma  paralisação parcial na parte da manhã.

No Norte Fluminense, foram  realizados  protestos e bloqueios em vias públicas junto com os movimentos sociais. Nas plataformas e no Terminal de Cabiúnas, os trabalhadores realizaram setoriais para debater a greve.

Litoral Paulista

No terminal Transpetro da Alemoa, em Santos-SP, a adesão foi total entre próprios e terceirizados. A adesão é fruto de um trabalho intenso no terminal feito através de muita conversa atrasos e panfletagens. Vale ressaltar, que a presença constante do sindicato, em todas as unidades, serviu também para dar respaldo aos empregados diretos e terceirizados que foram pressionados por suas gerências a comparecer ao trabalho.

Tebar

No Terminal de Pilões, em Cubatão, houve corte de rendição e adesão de 100% do turno, 95% administrativo e terceirizados. No Edisa Valongo, mais da metade dos petroleiros diretos e terceirizados não compareceram ao local de trabalho.

Na Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), em Caraguatatuba-SP, houve adesão de 90% do turno, administrativo e terceirizados parados, apesar da Polícia Militar ter tentando barrar o movimento. Lá, houve o apoio do Sintricon. A unidade está nas mãos do grupo de contingência, que foi formado sem a anuência do Sindipetro-LP e por isso, foi feito um Boletim de Ocorrência dando responsabilidade á gerência por colocar a planta em risco.

São José dos Campos

Em São José dos Campos-SP , o Sindicato dos Petroleiros está com piquete de greve na Revap desde às 23h de ontem (29). Conforme deliberação das assembleias, os trabalhadores cortaram a rendição no turno das 23h, das 7h, do ADM e das 15h desta sexta-feira, 30. A Greve de 24h fora aprovada pelos trabalhadores atendendo ao chamado do conjunto das demais categorias organizadas da região e do país.

Belém 

Em Belém-PA, o Complexo de Abastecimento no Terminal de Miramar da Transpetro teve uma grande adesão à Greve Geral. Até às 11:00 hs, o trânsito de caminhões combustíveis que abasteceriam na BR Distribuidora e em outras distribuidoras estava impedido pelos trabalhadores mobilizados que fecharam a rodovia que dá acesso ao terminal. Ainda em Belém houve uma grande adesão dos trabalhadores do transporte público que teve paralisação de quase 100%. Em apoio a mobilização do Sindipetro-AM/AP/MA e PA participaram o Sindimar, Sindiporto e Conlutas, entre outras centrais sindicais.

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