Reunião de comissões de ACT, RH da Petrobrás não muda postura : “Sobre isso, não temos abertura com a direção para dialogar”

RH afirma que orientação da companhia é aplicar “desconto com reflexo” em trabalhadores que participam.

20170704_130146.jpg

Nesta manhã (4), diretores da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), durante preâmbulo com o RH, na reunião das Comissões de Acompanhamento de ACT e de Regime de Trabalho, cobrou respostas sobre assuntos de interesse da categoria, dentre eles: penalização de trabalhadores por participação em greve; efetivo mínimo; e possibilidade de fraude nas eleições da Petros.

Em relação a participação na greve, segundo informações, a direção da Petrobrás teria criado um código, intitulado 1093, que visa penalizar petroleiros que participam de greve.

Dessa forma, Pedro Parente ignora a lei de greve e não busca negociar com os trabalhadores. Em outras palavras, os sindicatos filiados à FNP respeitam a lei, ao avisar a companhia sobre a ocorrência de greve e, no entanto, Parente desrespeita a lei.

O que não é surpresa, já que o mesmo prática atos ilícitos também na venda de ativos da Petrobrás. Isso significa dizer que Parente já está acostumado a burlar a lei em benefício próprio e do interesse do capital externo.

Além disso, o RH afirma que é orientação da direção, hoje, aplicar desconto com reflexo em trabalhadores que participam de greves. “Sobre isso, não temos abertura com a direção para dialogar”, afirma o RH.

Acompanhamento de ACT

A FNP também cobrou respostas sobre questionamentos enviados para a empresa no dia 24 de abril deste ano.

Apesar disso, reunião termina e muitas perguntas continuam sem respostas.

Fonte: FNP

 

Ronaldo Tedesco e Marcos André ganham eleição para o Conselho Deliberativo da Petros

 

Terminou nesta segunda-feira (26), o processo eleitoral para escolha dos representantes dos trabalhadores nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros.  A votação foi encerrada às 17h e logo em seguida, foi iniciada a apuração.

A chapa 43, apoiada pelo Sindipetro-RJ e Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), composta por Ronaldo Tedesco e Marcos André, venceu a eleição para a vaga do Conselho Deliberativo, com 5.913 votos. Logo atrás, ficou a dupla Rafael Crespo e André Araújo, com 5.416.

No Conselho Fiscal, a vitória foi conquistada pelos candidatos Vânia Mattos e Cardoso, com 6.577 votos, o que preocupa quanto ao enfraquecimento da luta dos petroleiros e deixa a categoria refém das políticas do governo e dos patrões. Os candidatos apoiados pela FNP, Agnelson Camilo e Adaedson Costa, conquistaram 5.313 votos, ficando em terceiro lugar.

As duas duplas, de titular e suplente, terão um mandato de quatro anos. O próximo passo é o cumprimento de uma série de requisitos estabelecidos pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) para que os conselheiros eleitos sejam habilitados e certificados no cargo. Por isso, a posse dos eleitos ainda não tem data marcada. As exigências têm o objetivo de garantir a profissionalização da função.

O  Sindipetro-RJ e a FNP parabenizam a categoria por ter votado em candidatos independentes como Tedesco e Marcos André para Conselhos Deliberativo, e Agnelson Camilo e Adaedson Costa para Conselho Fiscal. Mas alerta que o resultado para Conselho Fiscal apenas reforça a importância de reorganização da categoria para exigir que a dupla vencedora, indicada pela Petrobrás, não venda os direitos dos trabalhadores.

Fonte: FNP e Petros

Presidente da Petros anuncia que contribuição extra começa em janeiro de 2018

logo_petros

Em entrevista concedida ao jornal Estado de São Paulo, publicada no último dia 14 de junho, o presidente da Petros, Walter Mendes, afirmou que funcionários e aposentados da Petrobrás, além da própria estatal, vão começar a pagar em janeiro pelo déficit bilionário acumulado pela fundação de seguridade social dos empregados da petroleira, a Petros. A contribuição extra, que deve ser quitada ao longo de vários anos, será de R$ 17 bilhões a R$ 24 bilhões.

O plano de equacionamento do déficit deve ser comunicado aos participantes em novembro, mas a cobrança, inclusive de aposentados, só vai acontecer após 60 dias. Metade da conta será paga pela Petrobrás e a outra metade, pelos seus funcionários.Segundoinforma a reportagem

Posição do Sindipetro-RJ

Sabemos que na vida quem dá causa a perdas, rouba, deve e não paga dívidas, ou não responde primeiro a tudo isso, não pode cobrar nada dos trabalhadores. Os empregados da Petrobrás nunca fugiram de suas obrigações perante a Petros, bem como sempre foram obrigados a buscar cada direito que lhes foram sonegados ao longo do tempo.

Nesse momento, em que se anuncia um equacionamento do déficit, somente pelo aumento das contribuições, vemos se repetir e aprofundar os danos sobre participantes e assistidos pois estão querendo lhes cobrar na fonte, confiscar em seus benefícios (aposentadorias ou pensões) ou descontar em seus salários, tanto pelos primeiros devedores da Petros que são os Governos Corruptos, quanto Diretorias, tanto da Petrobrás quanto da Petros originárias deste modus operandi conforme delações da JBS  e investigações publicizadas pela Operação Lava Jato. Nada mais ilegítimo.

Assim, não pode cobrar antes, quem primeiro deve. Sem haver um prévio encontro de contas com o levantamento e pagamento das dívidas da Petrobrás com a Petros, toda e qualquer medida que aumente as obrigações de participantes e assistidos é temerária e danosa.

Chamamos aqui, à responsabilidade, o Governo, a Diretoria da Petros e a Diretoria da Petrobrás bem como cobramos a apuração das irresponsabilidades que se verifiquem na gestão do plano em si e nas relações de governança entre estes entes e demais instituições.

Diante deste anúncio, o Sindipetro-RJ ratifica mais uma vez a sua posição de que a Petrobrás deve assumir essa responsabilidade já que a empresa, patrocinadora do plano, tem uma série de dívidas com a Petros.

Pareceres do Conselho Fiscal da Petros relacionam algumas dívidas ao longo do tempo

O Conselheiro Fiscal da Petros, Ronaldo Tedesco fez um levantamento da das ações de cobrança dessas dívidas. E quais são elas: a cobrança das contribuições sobre a RMNR de Agosto de 2007 a Setembro de 2011 (em que o Conselho Deliberativo da Petros já se manifestou e existe contrato de dívida assinado com a Petrobrás), o impacto do PCAC, os gastos com ações judiciais e recursos procrastinatórios, Pagamento do compromisso dos Pré-70 (Valor de face R$ 1,8bi  X Valor contábil R$ 8 bi), FAT/FC Pós-2006, Grupo 78/79, Acordo de Níveis e a própria Ação Civil Pública na 18ª Vara Civil do Rio de Janeiro que existe desde 2001.

O próprio Conselho Fiscal da Petros mensurou e indica a cobrança de dívidas da Petrobrás para com a fundação. Confira o resumo do devido com estimativas de valores em reais, conforme dados apresentados pelo conselheiro.

 

Rubrica Data Estimativa
RMNR 2016 168 mi
Regresso Judicial 2016 3,6 bi
Pré 70 2001 6,2 bi
Grupo 78/79 2006 1,1 bi
Acordo de Níveis 2015 3,0 bi
18ª Vara RJ 2006 5,2 bi
Total   19,1 bi*

*valores considerados com datas diferentes

Segundo Tedesco, há ainda diversas iniciativas das entidades sindicais e associativas ligadas à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e à Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobrás e Petros (FENASPE).

“O que vai dar ao final dessa luta nós não sabemos. Sabemos é que a Petrobrás será cobrada pela Petros em relação à RMNR (R$ 168 milhões) e ao regresso judicial (em torno de R$ 4 bilhões), pois essas foram duas iniciativas dos conselheiros eleitos e do Conselho Fiscal da Petros que obtiveram sucesso até agora. Mas ainda falta muito mais” – disse o conselheiro.

Existem ainda situações que envolvem acordos de leniência que vão resultar na recuperação de recursos.  “Tivemos a decisão da justiça sobre o acordo de leniência da JBS, que deverá reverter R$ 2 bilhões aos cofres da Petros nos próximos 25 anos. Mesmo com a exposição à JBS já não exista e tenhamos tido um desempenho satisfatório nesses ativos, até agora. Nossa leitura é de que essa situação demonstra que o governo federal sabe da necessidade de aportes extraordinários por parte da Petrobrás e tenta, dessa forma, antecipar e mitigar essas necessidades. A Nossa expectativa é que possam ocorrer outros aportes em função das dezenas de denúncias hoje em fase de investigação pelos órgãos de fiscalização e pela própria Petros” – completa.

Regresso judicial de ações

Vale lembrar que pela primeira vez em sua história a Petros vai cobrar da Petrobras o regresso judicial das ações em que a companhia é condenada solidariamente com a Petros, nas ações movidas pelos participantes e assistidos. A decisão foi tomada dia 7 de junho pelo Conselho Deliberativo e encaminhada à diretoria da Fundação para que sejam realizados os cálculos referentes ao contingente judicial que cabe à Petrobras pagar.

O valor financeiro referente a essas contingências judiciais foi calculado em quase R$ 4 bilhões ao final do exercício 2016, que foram acrescidos dos valores atuariais a partir dessas contingências, a serem contabilizados. Também devem entrar na conta gastos da Fundação com advogados e escritórios para acompanhar as respectivas ações judiciais.

Eleições Petros 2017

Enquanto isso transcorre as eleições da Petros para a escolha de um representante dos participantes (ativos) e seu respectivo suplente para o Conselho Deliberativo e de um representante dos participantes (ativos) e seu respectivo suplente para o Conselho Fiscal da Fundação Petros.

As eleições foram iniciadas no dia  12 de junho e o período de votação será encerrado no dia 26 de junho (17 horas – horário de Brasília).

O Sindipetro-RJ, da mesma forma que entidades representativas como a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), e integrantes importantes da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), como o vice-presidente da associação, Fernando Siqueira, entre outras entidades e figuras de peso da luta petroleira, apoia os candidatos (Agnelson Camilo e Ronaldo Tedesco) , respectivamente registrados nas chapas 43 (Conselho Deliberativo)  e 52 (Conselho Fiscal).

 

 

 

PETROS: VOTE EM QUEM LUTA PELOS PETROLEIROS

O Sindipetro-RJ apoia as chapas 43 e 52 para os conselhos Deliberativo e Fiscal e da Petros porque estes petroleiros já mostraram que tem disposição de lutar em defesa da categoria petroleira e conhecem todos os meandros do fundo de previdência dos petroleiros. São capacitados e com conhecimento sobre o tema para o embate em defesa dos trabalhadores nos Conselhos.

Tedesco, Marcos André, Agnelson e Adaedson são companheiros que lutam há anos em defesa da Petros. Entre as propostas de ação para o mandato, a luta pela recuperação das perdas dos benefícios e pela paridade de representação entre participantes, assistidos e patrocinadora nos órgãos de gestão. E pelo imediato pagamento da dívida da Petrobras com o Plano.

A luta dos atuais representantes dos trabalhadores já conseguiu um grande passo: pela primeira vez em sua história a Petros irá cobrar da Petrobras o regresso judicial das ações em que a companhia é condenada solidariamente com a Petros, nas ações movidas pelos participantes e assistidos. A decisão foi tomada dia 7 de junho pelo Conselho Deliberativo e encaminhada à diretoria da Fundação para que sejam realizados os cálculos referentes ao contingente judicial que cabe à Petrobras pagar.

O valor financeiro referente a essas contingências judiciais foi calculado em quase R$ 4 bilhões ao final do exercício 2016, acrescidos dos valores atuariais dessas contingências, a serem contabilizados. Também devem entrar na conta gastos da Fundação com advogados e escritórios para acompanhar essas ações judiciais.

A vitória resulta dos diversos pareceres do Conselho Fiscal da Petros, que nos últimos 14 anos recomendaram a rejeição das contas da Fundação. Apenas os conselheiros eleitos que mantiveram sua independência em relação ao governo federal não aprovaram as contas da Petros.

VOTE NA INDEPENDÊNCIA, NA FIRMEZA E PERSISTÊNCIA DOS QUE DEFENDEM
A PETROS E A PETROBRÁS. FORTALEÇA ESSA EQUIPE!

 

CONSELHO DELIBERATIVO – 43

RONALDO TEDTEDESCO-REDONDOESCO é eletrotécnico, jornalista e tem MBA em Engenharia do Planejamento com ênfase em Previdência Complementar. Exerce a presidência do Conselho Fiscal da Petros e tem sido um dos responsáveis pela atuação unitária do C. Fiscal para a cobrança de dívidas da Petrobras e realização das denúncias relativas a gestão de 70 investimentos.

 

 

Marcos Andre-redondo

 

MARCOS ANDRÉ é contador e acadêmico de Direito. Atuou como técnico de contabilidade na Petrobras e hoje trabalha com técnico de suprimento. É suplente do C. Fiscal da Petros.

 

 

CONSELHO FISCAL 52

AGNELSON 3x4-REDONDO.jpg

AGNELSON CAMILO é técnico em química e trabalha há 29 anos na Petrobras. É dirigente sindical destacado, atua no Sindipetro PA/AM /MA/AP que compõe a FNP. Um aguerrido crítico do processo de Repactuação e de todas as consequentes retiradas de direitos dos trabalhadores. Tem vasta experiência nos Conselhos da Petros.

 

perfil-adaelson-redondo.jpg

 

ADAEDSON COSTA é advogado com pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho e Coordenador Geral do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista e Secretário Geral da FNP.

 

 

COMO VOTAR:

Para votar pela internet o eleitor deverá acessar o Portal da Petros, no endereço http://www.petros.com.br, e seguir as instruções, informando na Área do Participante a sua matrícula e senha Petros. A votação pela internet só poderá ser efetuada mediante a confirmação do CPF e/ou da data de nascimento do eleitor.

Para votar pelo telefone, o eleitor deverá ligar para o número 0800 602 7550 e seguir as instruções. A votação pelo telefone só poderá ser efetuada mediante a informação do CPF e da SENHA que deve ser obtida na página da Petros na internet. A senha é individual, personalizada e secreta, e permitirá ao eleitor votar por telefone, uma única vez.

A votação começa nesta segunda (12) e poderá ser feita pela internet e por telefone até às 17h do dia 26 de junho.

O QUE FAZEM OS CONSELHOS DA PETROS?

O Conselho Deliberativo é o órgão máximo da estrutura organizacional da Petros, responsável pela definição da política geral de administração e decide sobre mudanças no estatuto e do regulamento dos pla­nos de benefícios; plano estratégico e programas anuais e plurianuais; gestão de investimentos e plano de aplicação de recursos; nomeação e exoneração dos membros da Diretoria Executiva; aprovação das demonstrações contábeis, após a devida apreciação do Conselho Fiscal; plano de cargos e salários da Petros, e outras responsabilidades. Ele é formado por seis membros titulares com seus respectivos suplentes, sendo a metade indicada pelas e a outra metade escolhida pelos participantes ativos e assistidos.

O Conselho Fiscal é um órgão de controle interno e tem como atribuição se manifestar sobre os atos administrativos e operacionais da Fundação. Ele analisa e emite pareceres sobre as demonstrações contábeis da Petros, e pode requisitar à Diretoria Executiva a realização de inspeções e auditorias. Ele é formado por quatro titulares e seus respectivos suplentes, sendo dois indicados pelas patrocinadoras e dois eleitos. Destes, um deve ser escolhido entre os ativos e o outro entre os aposentados e pensionistas.

Fonte: Boletim Sindipetro-RJ

Tedesco comemora importante vitória dos trabalhadores na Petros

O conselheiro Ronaldo Tedesco é portador de uma boa notícia. Enfim, a Petrobrás será cobrada nas suas responsabilidades sobre os valores relativos ao chamado “contingente judicial”, nas ações em que foi condenada, solidariamente, junto com a Petros. São cerca de R$ 4 bilhões!

Essa decisão foi tomada hoje (7) pelo Conselho Deliberativo e encaminhada à diretoria da Petros para que faça imediatamente os cálculos, referentes ao contingente judicial que cabe à Petrobrás pagar:

“Essa é uma vitória extraordinária – diz Tedesco. – Resulta dos diversos pareceres do Conselho Fiscal da Petros, nos últimos 14 anos, que recomendaram a rejeição das contas da Fundação, entre outros motivos, por falta dessa cobrança”.

Tedesco atribui a importante vitória à obstinação de alguns representantes dos trabalhadores na Petros e deixa uma pergunta no ar:

“Os conselheiros eleitos que mantêm sua independência, em relação aos governos e aos partidos políticos, foram obstinados em não aprovar as contas da Petros todos esses anos. O que dirão agora aqueles que aprovaram essas mesmas contas e, além disso, poderiam ter cobrado essa dívida da Petrobrás e nunca o fizeram?”

As eleições para o Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal da Petros começam na próxima segunda-feira, 12, e vão até 26 de junho. Vitórias como essa só serão conquistadas se a categoria votar em quem, de fato, representa os seus interesses, com independência, sem submetê-los  a qualquer governo ou partido.

A FNP e o Sindipetro-RJ recomendam o voto em duas chapas para o Conselho Deliberativo: 43 – formada pela dupla Ronaldo Tedesco e Marcos André; e 52 – integrada por Agnelson Camilo e Adaedson Costa.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (Por Fátima Lacerda)

 

Aposentados debatem Reforma da Previdência e eleição da Petros

Candidatos apoiados pela FNP estarão presentes

Será na próxima terça-feira (6), às 14h, a primeira reunião mensal dos aposentados do Sindipetro-RJ na nova gestão. O encontro, que será realizado no auditório do sindicato (Avenida Passos, 34), contará com palestra da presidente da Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do RJ (Faaperj) Yedda Gaspar sobre reforma da previdência e apresentação dos candidatos representantes dos trabalhadores ao conselho Fiscal e Deliberativo da Petros.

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e seus sindipetros apoiam para o conselho fiscal a chapa 52 – Agnelson Camilo (titular) e Adaedson Costa (suplente). No conselho deliberativo os candidatos são Ronaldo Tedesco (titular) e Marcos André (suplente), que formam a chapa 43.

A votação, de acordo com o cronograma divulgado pela Petros, será realizada de 9h do dia 12 de junho até 17h do dia 26 de junho de 2017. Todos os participantes e assistidos poderão votar pela internet por telefone.

Para votar pela internet o eleitor deverá acessar o Portal da Petros, no endereço http://www.petros.com.br, e informar sua matrícula e senha na Área do Participante. A votação pela internet só poderá ser efetuada mediante a confirmação do CPF e/ou da data de nascimento do eleitor.

Para votar pelo telefone, o eleitor deverá ligar para o número 0800 602 7550 e seguir as instruções, informando CPF e senha que deverá ser obtida no Portal da Petros. A senha é individual, personalizada e secreta, e permitirá ao eleitor votar por telefone, uma única vez.